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Mostrando postagens com o rótulo Crônicas

Sobre pessoas difíceis

É verdade quando dizem que você só pode confiar em si mesma. De vez em quando aparecem alguns problemas, conflitos que te colocam no fundo do poço. E quanto mais a gente gosta da pessoa, mais poder ela terá para nos decepcionar. Maior a dor. Maior o sofrimento.  Se você não se dá bem com alguém que você conhece desde que nasceu e essa relação não melhorou, entende do que eu estou falando. A verdade (por mais dura que seja) é que algumas pessoas não mudam. E que a melhor relação que podemos ter, muitas vezes, é á distância. Eu não sei quem controla esse universo doido (algumas fontes dizem que somos nós mesmos), mas no momento, eu não sei em quem acreditar. Tenho vontade de sair de casa, parar no meio da rua e gritar. Não quero (e não gosto de) guardar sentimentos ruins dentro de mim, mas algumas situações simplesmente me obrigam. Odeio aguentar calada. E ter feito isso por 24h está me matando. Não sei como algumas pessoas conseguem manter isso por uma vida inteir...

Você é BV?

"Você é BV?" Me lembro de ter ouvido isso de um menino de 9 anos para outra menina da mesma idade, na 3ª série. Não consegui ouvir a resposta dela, mas ouvi a explicação dele para quem não entendia a sigla. Boca virgem. Ah! Eu, como boa nerd, anotara mentalmente para não esquecer. Desde essa época, as coisas giravam em torno desse assunto. Relacionamentos. E parece que a partir daí, o assunto foi se tornando cada vez mais mencionado. Depois do tal do BV, ouvi muita gente dialogando durante as aulas sobre as ficadas. Algumas das pessoas questionavam se era apenas um beijo ou se rolava um sentimento.  É engraçado como antigamente, ou pelo menos pra mim atualmente, para você beijar alguém, é porque você no mínimo, sentia algo por ela. Mas estes tempos modernos levaram toda a doçura de um bom amor. Depois das ficadas vinham os namoros e depois deles, as traições ou os términos repentinos. Ah, e é claro, os amores que juravam ser eternos e davam ânsia nas redes ...

Acesso Restrito

É incrível como um bom livro pode deixar a gente mais inspirado. Só os especiais conseguem nos transformar e deixar a gente mais (qual é a tradução de believer mesmo?) na vida. Mais crente, isso mesmo.  Sempre sou muito influenciada pelo que leio, ouço e assisto. Por isso, gosto de escolher muito bem antes de experimentar. O que nem sempre é muito bom. Apesar de já ter lido muitos livros, nunca ousei muito no gênero. Sempre transito entre Young Adults e Distopias, ou seja, muito do mesmo. Nunca saio da minha zona de conforto literária. Uma parte de mim teme que eu não goste do livro e o abandone (Coisa que nunca fiz com nenhum livro!). Pensando nessa psicologia nada lógica da minha mente, comecei a perceber que eu também sou assim na vida. Quando vou a um restaurante novo e experimento um dos pratos, duas coisas podem acontecer: Eu não gostar dele e nunca mais pedi-lo ou eu adorar e nunca mais provar outro prato do mesmo restaurante. Vocês devem pensar que eu so...

Teoria Conspiratória Sobre as Crianças

Estava conversando com uma amiga, até que ela me contou sobre um livro, onde um determinado personagem não possuía sentimentos. Porém, com o passar da história, ele começava a sentir algo. E a primeira das emoções, foi a vergonha.  E conforme ela ia enumerando cada uma deles (que o personagem ia sentindo), algo me veio a mente. Quando estava na pré-adolescência ou na adolescência, lembro-me de ser tomada pelo sentimento da vergonha. De andar de mãos dadas com os pais, de usar determinadas roupas, de falar sobre alguns assuntos. E quando criança, não sentia nada disso. Tristeza, Medo, Raiva, Amor, Vergonha simplesmente não faziam parte do meu vocabulário e do meu coração. Apenas sentia tédio quando não fazia nada. Acho que esse era o único sentimento constante. O que eu quero dizer é que, acredito que quando somos crianças, não sentimos nada. E conforme vamos crescendo, somos tomados por emoções. E experimentando uma a uma, vamos nos tornando quem somos hoje.  ...

De Volta Para o Passado

Há alguns anos atrás, fiz uma cartinha sobre o que eu esperava do futuro. Falava sobre as pessoas que eram próximas a mim e sobre o que eu queria ser quando crescesse... Aos 12 anos, eu queria viver de escrita, fazer faculdade de Jornalismo e (tentar) mudar o mundo.  Queria que as minhas amizades daquele tempo durassem pra sempre. Queria ser cantora também, nas horas vagas haha. Quem nunca, né? Sempre me lembro de como eu questionava o meu pai sobre ele ter feito um curso que não gostava, ou o porquê dele estar em um emprego que não suportava.  Ele dizia não saber ou que não havia tido escolha. O que acontece, é que na minha cabecinha de pré-adolescente, eu simplesmente não entendia. Mas sempre há uma escolha, eu dizia. Bom, agora com 17 anos, eu entendo. Eu sei que sempre existe uma escolha. Mas isso não significa que nós somos capazes de fazê-la.  Assim como o meu pai, eu estou presa em um curso do qual eu não gosto. A maioria das minhas amizades daquele ...

O que aprendi com um filme ruim

A visita a Jundiaí estava ótima, até então. Como o boliche estava fechado, resolvemos ir ao cinema, (tentar) ver um filme. O filme, especificamente. Já tínhamos tentado vê-lo no dia anterior e eu já havia tentado ver na minha cidade, mas não tinha dado certo. Acho que o negócio era comigo hehe. Ao irmos a bilheteria, não conseguimos comprar no horário que queríamos e acabamos indo na última sessão. Ainda assim, era alguma coisa. Até que um lampejo de ideia passou por todas nós. "Por que a gente não assiste um filme nesse meio tempo?". Parecia algo racional, certo. Só iríamos esperar meia hora, e depois o assistiríamos. Sabe quando você tem uma intuição de que não vai dar certo? Então. Pra começar, o filme era mexicano. Nada contra, eu apenas não conhecia nada, além de novelas. E eu as achava ruins (com algumas exceções). O filme começou como comédia. Aquelas bem fracas, sabe? Com piadinhas sem graças, mas isso meio que me deixou aliviada. Comédias fracas duram ...

As Máscaras do Brasil

O Brasil possui várias máscaras. Ele mostra uma todo dia no Jornal. Cada máscara é diferente da outra, mas todas são do Brasil. A máscara do esporte se desenvolve a cada treino. A máscara da violência mata, rouba e sequestra todos os dias.  A máscara da educação tem dois lados da moeda: a educação superior e a inferior. A máscara da natureza, que se renova (ou tenta se renovar) a cada dia. A máscara da corrupção, que cria a ilusão de um povo.  A máscara da cultura, que mostra a identidade brasileira. A máscara que mostra todas as máscaras de uma vez, sem ao menos perceber quem é quem. A máscara pode esconder o rosto, mas não esconde a alma brasileira. Quanto mais nos escondemos, mais nos enganamos. Escrevi esse texto em 2008, quando tinha apenas 12 anos. Ele parecia muito verdadeiro na época e retratava o que eu pensava da sociedade brasileira. É triste que ele consiga se adaptar a realidade de 2014.  Quando eu era pequena, achava que quando eu crescess...

Em Que Mundo Você Vive?

Mês passado, quando estava voltando da faculdade, comecei a pensar no que me fazia feliz. E olha, eu não sabia responder. Foi preciso pensar um pouco á respeito. Não é como aquelas perguntas comuns que as pessoas costumam nos fazer, aquelas que nós até já temos uma resposta pronta na ponta da língua. Como não consegui dormir direito naquela noite, resolvi perturbar as pessoas hehe. Fiz a seguinte pergunta: "O que te faz feliz?" para muita gente no Whatsapp. E olha, todas responderam ((: (Fiquei com medo de pensarem que era corrente e me ignorarem kk). Mesmo que algumas tenham levado dias pensando no assunto. O engraçado foi comparar as respostas, a maioria começava assim.  - As coisas que me fazem feliz são simples. E foi aí que eu comecei a pensar de verdade. Quer dizer que a felicidade está nas coisas simples? Então, eu não preciso ter grana, um bom emprego, um carro caro e um iphone? Já ouvi alguém dizer que o que te faz feliz é o que há dentro de você. É isso q...

Entre os 17 e os 18

Talvez os 17 ou os 18tão sejam as melhores idades pra se ter. É diferente da pré-adolescência, de quando você ainda não tem sua própria personalidade e precisa ousar em roupas e acessórios que não tem muito a ver com você. Com 17, você sabe que não é emo, punk ou patricinha.  E começa a perceber (pelo menos a maioria percebe) que as grandes mudanças não estão na cor do seu cabelo, mas sim nas atitudes. Você não sabe quem é, mas não significa que não procure descobrir. É a idade de sofrer influências e isso pode não ser algo ruim. É a idade de se encontrar. A sua maior confusão é não saber se você é um adolescente ou um adulto. E não é a quantidade de responsabilidades que irão te dizer isso. Aos 17/18, você reencontra amigos e inimigos de infância, e os descobre como pessoas. A grande maioria melhora e você se surpreende em como as coisas mudaram. Você visita lugares que frequentava e leva um susto ao ver como eles parecem menores ou menos assustadores. Este talv...

A Importância de Recordar

É engraçado como uma música, uma foto ou uma conversa perdida no celular pode te levar de volta a um momento. Eu sei o que as típicas frases dizem: “Não é legal reviver passado”, “Vira a página” e muitas outras (facebook está cheio delas).  Mas as pessoas costumam inverter a situação inteira. Só porque você teve uma experiência ruim, não significa que você precisa abandonar tudo o que viveu.  Acredito que quanto mais você impõe a si mesmo essa condição de esquecer o passado, mais você se lembra dele. Eu cheguei a um ponto, em que eu não me arrependo mais de nada que eu tenha feito (quer dizer, por enquanto né).  Se eu magoei alguém ou se me magoaram, já não faz mais tanta diferença. Já está feito, não? Procuro tirar as lições de cada coisa. Só pra não correr o risco de errar de novo. O que é meio impossível, já que o dia em que eu parar de errar, significará que eu não tenho mais nada a aprender. A nossa vida é como um armário. Repleto de gavetas e escond...

O Disfarce das Aparências

Acho que essa era a primeira vez que eu não precisava de uma viagem. Na verdade, não era a primeira, porque todas as vezes que eu vou a essa cidade, o sentimento é o mesmo. Adoro fugir da rotina, da vida em geral. Por isso sempre vou para lugares que sejam melhores que a minha realidade. Não piores. É como se o objetivo dessa ida, fosse uma lição. Valorizar o que eu tenho, sabe? Ver o quão ruim tudo poderia ser, mas não é. Talvez o lugar para qual estou indo agora (vamos chamar de Pineápolis) não seja editado. Em todos os lugares que eu já fui, todos tinham alguma qualidade tão incrível que camuflava os defeitos, aqueles que só quem mora vê. Ás vezes, eu fico pensando se todos nós, humanos, somos assim. Porque em meio ao mundo atual, onde existem mil opções de filtros, todos nós viramos mestres em nos editar. Por que sempre precisamos ser bons em algo? Por que a maioria de nós desiste de algo, na qual não somos bons? Será que era por isso que Pineápolis me incomodava? ...

O Velho Medo de Altura

A cada segundo que passa, algo acontece. Pessoas chegam e vão embora, sorriem e choram, amam e odeiam. Enquanto isso, o mundo dá voltas. Nós respiramos e vivemos como se nada estivesse acontecendo. Como se tudo estivesse parado. Quando, na verdade, está em movimento. Nós que estamos olhando para a direção errada. Em meio a buzinas, sirenes e afins, nos perdemos da atração principal: a vida. Sempre alegando que estamos atrasados. Mas o que realmente ocorre, é que somos soterrados pela nossa ideia de tempo. Para que criaram as horas, se frequentemente as ignoramos? Ultimamente tenho me sentido perdida no meio disso tudo. É como se eu tentasse sair da montanha russa no momento crucial da descida. Infinitas subidas e descidas. Nada estável. Pelo contrário, mais movimentado do que de costume. O que acontece é que está na hora de mudar. E ver que todos estão conseguindo acompanhar as mudanças, me deixa insegura. Como se eu estivesse ficando para trás. Tudo é tão incerto. Parec...

Aquarela da Vida

Eu nunca vivi num mundo cor-de-rosa. Pelo contrário, a tendência sempre esteve mais para as cores púrpuras e alguns tons de vinho. Cresci cercada por adultos e ouvi problemas de verdade. E apesar dos Outros tentarem escondê-los de mim, eu sempre sabia quando algo estava errado. E isso acontecia muitas vezes. Sem nenhuma criança próxima para comparar, eu não sabia muito bem o que pensar. Entendia mais do mundo dos crescidos do que aqueles que ainda não se preocupavam com o mundo. Acho que é por isso que nunca me tornei fútil. Não havia espaço para isso. Brinquedos não eram capazes de me transformar. E certamente ninguém o faria.  Posso não ter me tornado fútil, mas certamente me tornei egoísta e egocêntrica. Provavelmente continuo sendo esta pessoa desconstruída pelos defeitos. Esse maldito superego me controla. Sempre quis fazer algo importante. Transformar vidas, cruzar destinos. Só não sabia que seria tão difícil. É complicado encontrar o seu caminho, quando você n...

Sobre Estar Longe de Casa

Viagem marcada. Passagem na mão. Sinto aquela sensação estranha de novo. Aquela que surgiu nos últimos dias. Talvez seja saudade. Antecipada, é claro. É engraçado como sonhamos em sair de casa e construirmos nossas vidas, mas nunca paramos para pensar como realmente seria se tudo fosse real. Eu não pensei em desistir nem por um segundo. Mas isso não me impediu de me sentir só.  Já dizia Azar Nafisi: "Você tem uma sensação estranha quando está prestes a sair de um lugar.  Como você não só vai perder as pessoas que ama, mas como também irá perder a pessoa que você é agora, neste momento e neste lugar, porque você nunca mais vai ser assim.". Não importa a distância ou o número de dias que você fique longe de casa, o sentimento é o mesmo na véspera. Aquela vontade de olhar tudo ao redor, para não esquecer um único detalhe. Para carregar na alma o que o corpo não vai sentir por perto.  Quando o breve ou longo afastamento ocorre, tudo é muito novo. É como s...

Os Pontos Finais da Vida

Pontos finais são difíceis. Sou mais a garota das vírgulas. Ou até mesmo das reticências. Talvez seja porque eu não gosto de finais em geral. Porque eles são os mais intrigantes de se identificar.  Você sempre sabe quando é o começo e o meio. Mas os finais são difíceis de saber. Normalmente, eles se dissipam com o tempo, se esfriam e se distanciam, até que a grande quantidade de espaço não seja mais um problema. Até que você se acostume.  É como se olhar no espelho e não reconhecer seu próprio reflexo. É como se, por mais que você se esforce, aquilo que fazia seu coração disparar, agora mal passa pela sua mente.  Vela que queima e se transforma em sabe-se lá o quê. Um quase amor que não acontece. Uma amizade que vai pro espaço. Difícil não? Ou talvez eu só pense demais. Até tento tirar algumas coisas da minha cabeça, mas as ideias simplesmente não conseguem me deixar. Não tenho muito como evitar. Minha benção e meu tormento. Meu presente e meu castigo.  ...

Querido Garoto...

Querido Garoto, Te conheci num curto, porém longo suspiro. Numa tarde ensolarada. No horário de verão. Entre estranhos silêncios, conversamos. Era como conversar com meu reflexo. Os mesmos sonhos, os mesmos interesses. Fácil como a brisa pela manhã.  Havia reservado uma nova página para você. Uma folha em branco, para escrevermos juntos. Mas aquela mesma brisa, que tornava tudo tão fácil, também trouxe de volta uma página antiga. Aquela que eu já tinha virado.  Cheia de rabiscos e de palavras gritadas pelo pensamento. Confusão tirou minha mente do ar. Fez ela se dividir em mil pedaços para decidir qual eles escolheriam: A página nova, que tinha grandes chances de dar certo, ou a página antiga que era fortalecida pela quantidade de histórias.  A divisão foi inútil. Meu coração se intrometeu, e eu não tive forças para escolher. Me deixei levar. Agora, eu entendo. Hora errada, pessoa certa. Eu recuei. Você não entendeu, e eu te entendo.  Não d...

Mudar é Preciso.

Mudanças são complexas. Tiram o seu chão, tapete, e dependendo, até o seu teto. Quando não são repentinas, agem como ondas na ressalva, desconstruindo aos poucos. Sinceramente, não sei qual é a mais destruidora. Sou daquelas pessoas que adora mudanças, por mais difíceis que sejam. Mudar nos faz crescer, evoluir. Mas algumas vezes, a dificuldade não está em mudar, mas acompanhar essas mudanças. Existem momentos em nossas vidas, que simplesmente temos que parar tudo o que estamos fazendo, para acompanhar o que está acontecendo. Principalmente, quando diversas mudanças ocorrem ao mesmo tempo. A gente fica meio sem fôlego com tantas coisas, ciclos novos, que dá até uma pontinha (ou um iceberg) de nostalgia.  Mas, o mais difícil ainda é identificar se NÓS precisamos mudar. Nossa maneira de pensar, agir. Porque quando a mudança não ocorre por parte do universo em si, ela precisa partir de nós mesmos. Pode ser meio complicado nos olharmos no espelho, e enxergarmos al...

O Que a Gente Leva Dessa Vida?

Esses dias me perguntaram: - O que a gente leva dessa vida? A resposta inconsciente de muitas pessoas é dinheiro. Ou melhor, a quantidade de seguidores no instagram, twitter e afins. Posso contar um segredo? A maioria das coisas que você considera "problema" hoje, não irão importar no futuro. Sim, se você parar pra pensar, essa verdade pode mudar sua vida. Quer dizer, ser consciente disso.  Se a cada "problema" que surgir, você pensar que ele não terá importância em cinco anos, por exemplo, você pode passar a se estressar menos á respeito de pequenas coisas, e saber escolher melhor. Escolher? Isso mesmo. Saber escolher é uma arte, que muitos não dominam.  Muitas vezes, não estamos preparados pra decidir e escolhemos o caminho errado. O que é perdoável. Porém, pode lhe render algumas lágrimas e dores de cabeça a mais. E desculpa, mas estou evitando problemas ao máximo. Vou empurrá-los com a barriga, e deixá-los pra resolver aos trinta. Trinta não, ...

A Realidade dos Sonhos

Mal acordo, e sou tomada pela angústia. Uma das piores sensações, que tem se tornado mais frequente aqui no coração. Odeio escolhas e assuntos mal-resolvidos. Odeio pressão. E isso tudo, só surge por causa do meu medo. Você pode se perguntar, medo de que? Se eu pudesse listar todos aqui, a página  iria travar. A minha cabeça é fraca, e assimila qualquer preocupação futura, presente ou passada. Passo mais tempo transitando por esse túnel, do que vivendo. Sinto isso há semanas, mas só agora consegui traduzir para o Português. A confusão é tanta, que me sinto como o baralho, que é embaralhado, e se esquece de voltar a ordem original. É engraçado como se pode sonhar com algo, e achar que nunca se pode conseguir. Mas, quando se consegue, tudo parece mais difícil, mais real. Talvez este seja o preço por viver no mundo dos sonhos. Mantenho os meus pés acima dos nuvens, e quando encaro a realidade, é como um tombo de 8.9 na escala Richter, e eu me machuco com a queda. Como d...

Muros Que Criamos

Oi, gente. Nossa, como eu estava com saudade de postar aqui. Bom, nesse fim de semana fui viajar o//. Então, fui a Curitiba pela primeira vez (na verdade, nunca tinha ido ao estado do Paraná). E adorei. Espera, esse é assunto para outro post, ainda tenho que editar as fotos da viagem pra postar aqui, e espero ser mais rápida do que da última vez kk.  Parece coisa do destino, mas toda vez que eu viajo, é como se o universo soubesse que eu precisasse de uma viagem. Acontece isso com vocês, também? Sempre aproveito o tempo 'fora' para pensar na vida e resolver problemas, além de conhecer lugares novos. É como se, toda vez que eu saísse da minha caixinha, conseguisse olhar a vida de uma perspectiva diferente. O post de hoje é mais sobre um conselho, ou um auto-lembrete pra mim. Vou contar uma história bem bonitinha pra vocês. A típica comédia romântica americana. Garota se apaixona por Garoto. Algo dá errado. Os dois saem machucados. Normal, certo? Só que ninguém conta...