Pular para o conteúdo principal

Trilha Sonora: Elizabethtown

Sabe aquela vontade de fugir de tudo que bate de vez em quando? Se você se identifica atualmente com esse sentimento, vai adorar Elizabethtown. Na história, Drew (Orlando Bloom) é um cara que acabou de experimentar o fracasso na carreira, sua namorada o deixou e seu pai faleceu. 

É aquele velho ditado: "a merda nunca vem sozinha". Ele vai a Elizabethtown, terra natal de seu pai (e onde ele morreu), buscar o corpo e resolver todas as questões burocráticas pós morte enquanto tenta digerir tudo que lhe aconteceu. 
Sua perspectiva muda quando ele conhece Claire (Kirsten Dunst), uma aeromoça com quem ele se identifica e lhe apresenta um novo modo de ver a vida. Confesso que os diálogos (e algumas falas marcantes) me cativaram, pois o personagem está tão perdido quanto todos nós (não sei você, mas eu estou \o/), o que faz com que suas conversas com Claire se tornem muitas vezes filosóficas. 
A maioria das cenas acontecem dentro de um carro em movimento, acredito que para mostrar que Drew está tentando se encontrar. Adoro a cena em que Claire e ele conversam por horas no telefone (desculpa o spoiler, mas não é nada demais, né?), o que hoje podemos associar com áudios no whatsapp :P

Essa identificação que os dois têm sobre diversos assuntos é fofa e inspiradora. Nos lembra como é maravilhoso se conectar de verdade com alguém e de como essas conexões são raras de se encontrar. A história também mostra como o tempo passa rapidinho e o quanto a gente precisa viver de verdade pra fazer ele valer a pena. 
Elizabethtown é um filme com lições legais de se levar pra vida, mas a minha parte favorita (além de algumas cenas maravilhosas!) é a trilha sonora ♥ Não vou mentir, amo um country (sdds taylor swift) e o longa é cheio de músicas nesse estilo. 

Além dele, tem também pop, rockzinho e alguns gêneros que eu não sei classificar. Selecionei as minhas favoritas pra colocar no post, mas se você clicar aqui, vai poder ouvir a trilha completa :) Pronto, pode dar o play sem medo!

Elton John - My Father's Gun

Ryan Adams - Come Pick me Up

The Hollies - Jesus was a Crossmaker

Tom Petty - Square One

I Nine - Same in Any Language

Ryan Adams - English Girls Approximately

Pinback - Loro

Kathleen Edwards - Summerlong

Ryan Adams - Words

Lindsey Buckingham - Big Love

U2 - Pride (in the name of love)
Lynyrd Skynyrd - Free Bird




E aí, alguém já assistiu esse filme? Gostaram de alguma música? Porque confesso que estou em um caso de amor com a maioria delas ♥

Até o próximo post!

Fotos/Gifs: Google Imagens e Tumblr.

Acompanhem o blog nas redes sociais:
Twitter: @fasesdealice
Instagram: @fasesdealice
Facebook: Fases de Alice
Youtube: Coraline Chagas
Snap: Fasesdealice

Comentários

  1. Oi Carol, tudo bom?
    Primeiramente: parabéns pelo blog!
    Estou seguindo para não perder nenhuma atualização, hehe.

    Eu nunca assisti "Elizabethtown", mas pelo como estou procurando um filme para ver hoje a noite, acho que vai ser este mesmo. Para mim, um filme com uma Trilha Sonora bacana é o que me motiva a continuar assistindo e cara, as músicas que você selecionou são lindas e acho que vai embalar super bem o filme!

    Ah, também adoooro Country e morro de saudades da Taylor Swift nos primeiros CDs dela :"(

    Beijocas,
    Rebeca Grauer, O Cafofo Literário

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi Rebeca!

      Você não faz ideia do quão feliz eu fico quando alguém gosta de algum post, então obrigada :) Amei o fato de você também ter gostado das músicas, porque eu estou em um caso de amor com todas elas. E sim, country é tão amorzinho, sei lá, parece que consegue emocionar a gente logo de cara (bora fazer uma petição pra Taylor voltar hahah).

      Obrigada por ter passado por aqui e ter deixado teu comentário <3 Vou visitar teu blog, beijão!

      Excluir

Postar um comentário

qual foi a última coisa que você comeu?

Postagens mais visitadas deste blog

disposições líquidas

as melodias conversavam comigo frequentemente. as palavras cantadas surgiam como penas que se soltam dos travesseiros: bonitas, mas sem ter como retornar a um lugar de origem. eu repassava os dias e as noites, não como quem busca sinais - ainda acho que não havia equipamento o suficiente para enxergar as rachaduras -, mas como alguém que resgata lembranças.  quando o passado era o presente, não havia tempo e disposição hábeis para reparar. pelo menos comigo, as análises sempre vieram depois do fim. do tão valioso tempo a sós, que de só tem muito pouco.  os gestos nunca passavam desapercebidos, mas as vias respiratórias também não costumam ponderar sobre a respiração. ela simplesmente acontece, até que deixa de acontecer perfeitamente. eu pensava em um mundo inteiro de significados que eu havia aprendido e agora me via sem saber onde usar.  o espaço ininterrupto entre viver uma vida funcional e conhecer o universo de outra pessoa tendem a pressionar o hipocampo ou seja lá ...

línguas oceânicas

enquanto me lembro do que eu acreditava ser um rio de duas cores, penso em como tenho me sentido desconectada. são poucas as coisas que me trazem para o presente. choros diários, viagens intensas, demandas do trabalho, tempo com os meus amigos, a escrita por vezes (como agora).  não faço ideia de qual caminho devo seguir, minhas pistas são curtas como o aeroporto de congonhas. quero comprar uma cama nova, ir à festa junina da igreja do lado de casa. os desejos vão até um certo limite.  penso no fim de semana e me imagino querendo te encontrar. faço planos mentais e crio um pequeno castelo visual, mas me desfaço da imagem logo em seguida. você está mais perto do que antes, mas ainda sinto sua falta. agora parece não haver cores como antes, tão cintilantes. é como o céu em dias nublados: claro o bastante para iluminar, difuso o suficiente para incomodar.  me vejo sentindo sozinha e ao sentir que não sou correspondida na mesma intensidade, me despeço do que sinto, um pedaço ...

Filme: Les Misérables

Alguém já assistiu o filme Os Miseráveis (Les Misérables)? Ele estreou aqui no Brasil, no ano passado. Mas, eu só consegui ver agora e me surpreendi. Nunca havia assistido um filme que fosse completamente musical, apenas com músicas no meio das cenas (High School Musical, Camp Rock, Grease, Footloose). Com um elenco invejável: Hugh Grant, Anne Hathaway, Amanda Seyfried, Russell Crowe, Helena Bonham Carter e outros. O filme ainda conta com músicas incríveis e performances igualmente encantadoras. O cenário e a fotografia são deslumbrantes, tanto que eu assisti pelo computador e ainda assim, mergulhei na história. Sinopse: Adaptação de musical da Broadway, que por sua vez foi inspirado em clássica obra do escritor Victor Hugo. A história se passa em plena Revolução Francesa do século XIX. Jean Valjean (Hugh Jackman) rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Solto tempos depois, ele tentará recomeçar sua vida e se redimir. Ao mesmo tempo...

A Verdade Sobre os Desenhos

Como qualquer criança normal, eu passei minha infância assistindo desenhos (ainda assisto haha). Só que quando a gente cresce, passa prestar mais atenção ainda neles. Outro dia, eu descobri alguns significados ocultos de um desenho que eu assistia, e resolvi pesquisar MAIS sobre outros. Veja abaixo. 7 Monstrinhos O desenho era exibido na Tv Cultura. E quem era fã mesmo, tinha até a música de abertura decorada hehe. Tudo muito lindo, mas e se eu te dissesse que ele era uma crítica contra o nazismo? Isso mesmo. De acordo com algumas teorias, os 7 monstrinhos representariam a visão dos alemães sobre os judeus.  Eles eram vistos como monstros, possuíam o nariz bem grande, e olha só que coincidência: No campo de concentração, eram identificados por Números. Um dos personagens usava um pijama listrado bem idêntico ao uniforme que os judeus que eram presos tinham que usar, e eles também moravam no sótão (local onde os judeus se escondiam).  Bob Esponja Para o ...

TOP 5: Bruxas do Cinema

Oi, gente. Essa semana estreou Malévola, um dos filmes mais esperados do ano, que mostra a história não contada da bruxa que envenenou Aurora (princesa de A Bela Adormecida), uma das maiores vilãs dos contos infantis. E  pelo que eu vi do trailer ,  a adaptação promete.  Isso me faz lembrar de uma coisa: da importância dos vilões. Particularmente, eles são meus personagens favoritos. Com suas mentes complexas, que rendem ótimas histórias, e que querendo ou não, se aproximam mais de nós, do que os próprios mocinhos.  Acredito que a imperfeição é mais interessante que a perfeição. Inspirada por essa onda de vilões, fiz uma lista com algumas das "vilãs" mais legais do cinema. Espero que vocês gostem MUAHAHA (Risada maquiavélica sqn hehe). Rainha Vermelha/Rainha de Copas - Alice no País das Maravilhas No filme, a Rainha Vermelha e a Rainha de Copas foram fundidas em uma só personagem. Na história, ela destrona sua irmã mais nova (Rainha Branca) e governa...

Trilha Sonora: Simplesmente Acontece

Não sei se vocês perceberam, mas eu meio que amei o filme Love, Rosie (Sim, prefiro o título original). Mesmo já tendo feito um post sobre ele , não pude deixar de comentar a Trilha Sonora.  A história se passa durante muitos anos e a música evolui com ela. Nem preciso dizer que achei esse fato fantástico. Além disso, os nomes variam entre artistas famosos como Beyoncé a outros não tão conhecidos assim, mas incríveis igualmente.  Ah, tem até composição instrumental, que super combina com os momentos das cenas. Resolvi escolher as minhas favoritas e colocar aí embaixo para vocês ouvirem e amarem tanto quanto eu estou amando (:  Algumas delas você só vai gostar mesmo se assistir o filme haha (já falei como é bom lembrar de uma cena ao ouvir uma música).  Lily Allen - Littlest Things Elliott Smith - Son of Sam Lily Allen - Fuck You Kodaline - High Hopes KT Tunstall - Suddenly I See Beyoncé - Crazy in Love ...

Saí pra dar uma volta (dentro de mim).

Julho, 2018. Á direita, uma placa grita "SILÊNCIO".  Olho ao meu redor e não vejo um ser que possa quebrar esse pedido/ordem. A biblioteca está vazia. E apesar do frio, ela parece convidativa. ~ como todos os lugares em que tenho estado ~ Ruas que não são muito frequentadas, lugares fora do horário de pico, a árvore mais esquecida de um parque qualquer parecem ser um universo de oportunidades. Espaços vazios têm me preenchido. Acho que é porque quando não tem ninguém por perto, eu consigo apenas ser. Sem muita pretensão. Apenas me deixo levar. Eu sempre gostei muito de ficar sozinha, mas costumava fazer isso entre quatro paredes. Como se fosse algum tipo de absurdo sair, viver, conhecer o mundo sozinha. De uns tempos pra cá, isso mudou. Estar só deixou de ser um plano b, mas por vezes, passou a ser a melhor opção. Experimentar um lugar só com a tua bagagem, repertório e vivência é meio que libertador. É entender a vida como um processo nosso, q...

até certo ponto.

Eu não sabia bem o porquê. Mas aquela cena não saía da minha cabeça. A garota que traía o namorado - logo eu, que nunca namorei direito pra trair - e o mandava embora de sua vida por acreditar que não merecia alguém assim. Saudável. Um amor daqueles tranquilos que faz a vida ficar boa. Melhor até do que ela podia suspeitar.  Ela o mandava embora com pressa, como se fosse óbvio para os dois que aquela relação não tinha mais um lugar para ser. A feição dele passava da surpresa para o choque conforme ela dizia fragmentos do que queria. Eram ideias soltas sem uma narrativa que as amarrasse ou um cuidado que as despejasse de maneira mais palatável.  O episódio havia contado sua história familiar e, por mais que suas escolhas fossem questionáveis, elas eram compreensíveis. Mas Mia - nome da personagem da série a qual eu estava assistindo - tinha motivos. Por mais que ela própria não entendesse. O narrador e os roteiristas da série faziam questão de nos explicar.  Mas confesso q...