Pular para o conteúdo principal

Fotografando #6

Junho representou o fim de muita coisa pra mim. Fim do semestre, com direito a provas e apresentações de trabalho. Fim de um ciclo, já que passarei a me dedicar 24 horas por dia ao vestibular e deixarei a faculdade de lado. 

Fim de uma fase da Alice, que abandonou velhos hábitos e vai criar alguns novos.  Confesso que eu adoro fins, eles trazem recomeços e transformações. Até postei um vídeo no canal sobre isso :)

Acho que a gente sempre se conhece mais nesses momentos, é meio que um período que o universo nos dá para reavaliarmos tudo o que fizemos e quem somos. 

Também comecei a postar fotos no Instagram do Blog com alguns versinhos que eu comecei fazer (: Tô amando escrever nesse estilo haha. Bom, chega de falatório, vão ver as fotos do mês!

Como eu contei aqui, viajei para o interior no comecinho de Junho. A cidade estava decorada para a Festa Junina e não poderia estar mais linda :) As fotos ficaram incríveis, mas essa é a que mais representa o espírito do pessoal em relação a essa festa típica. 
Esse é o céu do interior também. Tirei a foto quando visitei um sítio de lá. Achei bacana reparar que o céu da cidade é mais escuro que o da minha, que é na praia. 

Deve ser porque eu moro no nível do mar, ficando mais longe do céu (fazendo com que ele fique mais claro - teoria minha viu?), enquanto o interior está um pouquinho mais alto. Enfim, é lindo.
Quando voltei de viagem, estava com vontade de fotografar, porém sem ter algo específico, acabei optando por tirar foto de coisas dentro de casa mesmo. Apesar de simples, as fotos ficaram bonitinhas e me apontaram detalhes que eu nunca havia percebido sobre onde eu moro :) Perspectiva é tudo né, gente? 
Eu sempre trago fotos do pôr-do-sol para o Fotografando. Mas como esse mês foi meio dark, achei que ele merecia um céu diferente, cheio de nuvens pra variar. Sem contar que, essa foi a paisagem que mais vi durante Junho, já que o Inverno começou (: 
Depois do fim da faculdade (sim, eu não paro mais de falar nisso), resolvi reformular todo o meu calendário para estudar. Revisar conteúdos, organizar minhas matérias e meus horários. 

Nessa nova agenda, estou incorporando novos hábitos (mais saudáveis) e fiz questão de deixar mais tempo livre para família e amigos. E para que isso ocorra, preciso ser mais produtiva do que nunca. Então, aceito dicas viu!  
Em um dia X de Junho, acordei virada do avesso e decidi arrumar o meu quarto e praticar o desapego. Ao todo, foram 4 sacos de lixo em que joguei o que não era mais necessário na minha vida. 

No meio da faxina, percebi que tinha mais porquinhos (vocês entenderam pela foto né? haha), livros, pastas, papéis do que eu precisava. O que só me motivou a continuar me livrando de tudo (nenhum porquinho foi prejudicado no dia, okay?).

A limpeza durou umas 20 playlists, mas valeu super a pena. Meu quarto está bem mais vazio, porém continua cheio hehe. O bacana foi o sentimento de leveza que está em mim até agora.
Me senti um pouco solitária durante os últimos dias, como não me sentia há tempos. A minha lista de tarefas estava gigante, mas por algum motivo, eu não tinha forças para segui-la. Senti um desânimo que não desejo pra ninguém. Espero que eu passe bem longe disso em Julho. 
No último dia de Junho, visitei a Fábrica da Coca-Cola em Jundiaí-SP, com a minha faculdade (último passeio #nostalgiadefine). Antes de ir, a minha ideia era fazer um post contando tudo sobre lá, porém não vimos tanta coisa assim. 

Sem contar que, essa é a única foto que tirei do lugar (máquinas fotográficas eram proibidas). O dia valeu mais a pena por causa da companhia da galera da minha sala, deu pra se despedir de um ótimo jeito :)

Então, é isso. Um ótimo mês de Julho pra todos vocês  ♥

Fotos: Carol Chagas (com exceção da que inicia o post)

Comentários

Postar um comentário

Pode comentar que eu não mordo :P

Postagens mais visitadas deste blog

Trilha Sonora: Simplesmente Acontece

Não sei se vocês perceberam, mas eu meio que amei o filme Love, Rosie (Sim, prefiro o título original). Mesmo já tendo feito um post sobre ele, não pude deixar de comentar a Trilha Sonora. 
A história se passa durante muitos anos e a música evolui com ela. Nem preciso dizer que achei esse fato fantástico. Além disso, os nomes variam entre artistas famosos como Beyoncé a outros não tão conhecidos assim, mas incríveis igualmente. 
Ah, tem até composição instrumental, que super combina com os momentos das cenas. Resolvi escolher as minhas favoritas e colocar aí embaixo para vocês ouvirem e amarem tanto quanto eu estou amando (: 

Algumas delas você só vai gostar mesmo se assistir o filme haha (já falei como é bom lembrar de uma cena ao ouvir uma música). 

Lily Allen - Littlest Things
Elliott Smith - Son of Sam

Lily Allen - Fuck You

Kodaline - High Hopes
KT Tunstall - Suddenly I See
Beyoncé - Crazy in Love Gilbert O' Sullivan - Alone Again (Naturally)
Mimi & The Mad Noise Factory - Get Me Bac…

Os Signos dos Cantores

Música é uma das melhores coisas da minha vida e acredito que na de muita gente também. Ela está presente em diversos lugares e nas mais diversas línguas, mas na última semana ela está ainda mais em evidência aqui no Brasil. Sim, estou falando do Rock in Rio ♥ 
Inspirada nessa vibe musical, decidi fazer um post sobre os cantores, mas de um jeitinho diferente. Quem me conhece, sabe que eu amo astrologia e, geralmente, acho alguma semelhança entre pessoas do mesmo signo. 
Então, para celebrar a minha mania de procurar o aniversário dos cantores, resolvi reunir muitos deles em um post :) Lembrando que podem existir diferenças nos perfis que eu descrevi, dependendo do ascendente e da posição das casas, okay? Agora vai lá, ler :P
Áries
Os arianos são conhecidos por iniciar, colocar em prática coisas que ainda não foram realizadas. E que, por esse motivo, sempre são lembrados por seus feitos. 

Áries é o tempo de começos e isso fica ainda mais evidente ao observarmos os exemplos de cantores do si…

A Verdade Sobre os Desenhos

Como qualquer criança normal, eu passei minha infância assistindo desenhos (ainda assisto haha). Só que quando a gente cresce, passa prestar mais atenção ainda neles. Outro dia, eu descobri alguns significados ocultos de um desenho que eu assistia, e resolvi pesquisar MAIS sobre outros. Veja abaixo.

7 Monstrinhos O desenho era exibido na Tv Cultura. E quem era fã mesmo, tinha até a música de abertura decorada hehe. Tudo muito lindo, mas e se eu te dissesse que ele era uma crítica contra o nazismo? Isso mesmo. De acordo com algumas teorias, os 7 monstrinhos representariam a visão dos alemães sobre os judeus. 

Eles eram vistos como monstros, possuíam o nariz bem grande, e olha só que coincidência: No campo de concentração, eram identificados por Números. Um dos personagens usava um pijama listrado bem idêntico ao uniforme que os judeus que eram presos tinham que usar, e eles também moravam no sótão (local onde os judeus se escondiam). 
Bob Esponja Para o nosso querido Bob Calça Quadrada, tem…

9 Conselhos para 2019.

Cara eu do futuro,
1. Leve seus sonhos a sério. Os que você encontra quando foge desse plano e os que te tiram o sono de vez em quando. Você não precisa de um grande gesto ou de uma mudança radical pra começar. A constância, das suas ações, é muito mais importante do que a rapidez dos seus resultados. A evolução mora na disciplina e espero que você tenha feito morada nela também.
2. Não volte para a mesma pessoa, para o mesmo lugar ou para qualquer coisa esperando o mesmo sentimento. Não será igual. Então, não espere nada. E se possível, não volte. Rever é bom, mas você e eu sabemos que nós não sabemos lidar muito bem com revivals.
3. Abrace os seus fins. Os sinta e se emocione com cada um deles. Mas não se apegue á dor do que não mais será. Parece clichê, mas tente lembrar do começo que mora logo ao lado.
4. Você precisa ficar sozinha. Não sempre. Mas numa frequência considerável, dependendo do seu contexto. Você se sente bem quando o faz e se reconhece como gente. Também não fique muito…

5.

O reflexo da luz do poste na minha parede. O sol se pondo e iluminando o cabelo claro de minha amiga. As batidas frenéticas na porta quando nasce alguma novidade. O som no último volume - e ainda assim não alto o bastante - como trilha da limpeza. Os arco-íris que aparecem por tudo quanto é canto depois das 11h. Conversas dentro de minha casa que caminham horas a fio, até o dia se apagar lá fora. 
Quando morava com meus pais, meu lar eram vários lugares. O meu quarto. A parte de trás da porta do meu banheiro. A sacada. A cozinha durante a madrugada. Nesses espaços era onde eu mais me sentia viva. Como se eu pudesse me iluminar inteira de uma só vez. 
Hoje vejo que no meu lar há vida em todos os cantos. Minha. E de outros seres que, vez ou outra, resolvem fazer morada por aqui. Já mudei a mesa três vezes de lugar e, cada vez, tem mais gente de quem eu gosto ao redor dela. Minha casa é abrigo temporário. Casa de passagem. Retiro de memórias. E testemunha de transformações. 
Ela me viu em m…