quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

TAG: Minha história em 10 músicas

A Playlist dessa semana vai ser um pouco diferente. Bom, como é a última do ano, ela tem que ser especial. Há um mês atrás, vi no blog Depois dos Quinze a TAG: "Minha História em 10 Músicas" e resolvi participar, já que amo TAGS, ainda mais esta que é relacionada a música.

Funciona assim, as 10 frases abaixo precisam ser respondidas com o nome de uma música, e o porquê dessa música ser relacionada com a frase. Achei legal a ideia, porque todos nós (pelo menos eu haha) ouvimos música o tempo todo e, consequentemente, temos uma trilha para cada momento de nossas vidas. 

É incrível como a gente passa a se conhecer um pouquinho melhor depois dessa lista. Espero que vocês gostem! Sintam-se livres para participarem da TAG, só deixem o link nos comentários, para eu dar uma olhada nas músicas de vocês :)

Uma música que te lembre um momento bom: We Are Young - Fun
Quando estava no último ano do Ensino Médio, me viciei nessa música. De alguma maneira, a letra fazia completo sentido para mim na época. Minha sala estava mais unida, de forma que todos nós sentíamos saudade antecipada uns dos outros, além de nos sentirmos meio imortais, acima do bem e do mal (como disse um professor meu). 

Era uma fase onde poderíamos (ainda podemos né?) ser quem quiséssemos porque o tempo era infinito. Toda vez que ouço, me lembro das "zueras" da galera mais legal que eu já conheci.

Uma música que defina sua vida: I'm With You - Avril Lavigne
Sabe quando uma música te persegue? Então, eu ouvia I'm With You desde pequena e cantava mesmo sem entender o que as palavras diziam. O tempo passou e eu passei a prestar atenção na letra, nem preciso dizer que me identifiquei totalmente. A Avril diz que está á espera de algo ou alguém novo. 

E eu me sinto assim, sempre penso que o desconhecido é muito melhor do que o que faz parte da minha vida no momento. Além disso, por muito tempo, eu costumava sentir como se eu não fosse o suficiente para mim mesma, acreditava na ideia de que precisava de alguém pra ser feliz. Que bom que as coisas mudaram.

Uma música que te faz dançar na balada: I Need Your Love - Ellie Goulding feat. Calvin Harris
I Need Your Love me traz uma energia tão boa que eu nem sei como explicar. Talvez seja a voz da Ellie ou a própria música, mas fico fora de mim quando a ouço. 

Ela me lembra liberdade e espontaneidade, tudo que passei a valorizar nos últimos meses. Nem preciso dizer que ficou na minha Playlist por um bom tempo.

Uma música que foi tema de algum relacionamento: Still Into You - Paramore
Quando ouvi a música pela primeira vez, descobri que um garoto gostava de mim e para minha surpresa, eu também gostava dele. Então, a sensação de estar apaixonada pela música se misturou com o que eu sentia por ele. 

Acabamos namorando e a música sempre me acompanhou enquanto estávamos juntos. Ele nem sabe, mas a música virou (para mim) o tema do nosso relacionamento. 

Uma música que sempre te faz chorar: Spending My Time - Roxette
Sou completamente apaixonada por bandas dos anos 80, ainda mais aquelas que cantavam muitas músicas deprês haha. Ouço Roxette desde minhas fraldas, e por algum motivo essa música sempre mexe com meu coração, quase como se fosse a primeira vez que eu estivesse escutando. Não chega a me fazer chorar, mas está perto. Gosto da letra sofrida e da voz da cantora.

Uma música que seria toque do seu celular: Want You Back - Cher Lloyd
Sou apaixonada pelas músicas da Cher Lloyd, principalmente a primeira que ela lançou. Na verdade, esse foi o toque do meu celular por muito tempo haha. Adoro o som que ela faz no comecinho da música e sempre ficava animada quando ele tocava hehe.

Uma música que você gostaria de tatuar: Let Me Fall - Alexz Johnson
A Alexz Johnson é a minha cantora favorita. A música é dos tempos em que ela atuava em Instant Star (Sim, eu era apaixonada por essa série) e, mesmo não tendo sido escrita por ela (e sim por seu irmão), adoro a sua interpretação. 
Tatuaria a frase Let Me Fall para me lembrar que eu preciso me permitir. É normal errar ou até mesmo cair e são desses erros e fins, que surgem os melhores recomeços, onde a gente mais se reinventa. Seria uma boa forma de sempre me lembrar disso, que não existe nenhum problema em errar ou até mesmo cair de vez em quando. 

Uma música que te deixa com vontade de ficar com alguém: Cure - Barcelona
Barcelona é incrível. A voz, os instrumentos, ai tudo. E as letras então? Essa aí de cima explica muito bem o que a frase dizia hehe. Digamos que bate aquele vazio e você sente vontade de correr atrás daquelas pessoas com quem você tinha muita química. 

Uma música que você tá viciada agora: I'm Not The Only One - Sam Smith
Eu realmente tentei não gostar de Sam Smith. Sempre tive uma certa resistência ás suas músicas. Mas ele acabou me conquistando. E essa música em especial não sai da minha cabeça, não sei se é o ritmo ou a voz dele. Estou viciada em seu álbum inteiro, porém só dá para colocar uma música, né? haha.

Uma música que faz as pessoas lembrarem de você: Titanium - David Guetta feat. Sia
Cantei essa música no ano passado para apresentar um trabalho. Era a primeira vez que a sala me ouvia e a primeira vez que eu cantava fora do meu quarto. Os meus amigos gostaram e, desde aquele dia, todo mundo se lembrava de que Titanium era a minha música haha! Acabei virando fã da Sia :)

E aí gostaram? Desafio vocês a participarem da TAG :) Um ótimo ano novo pro cês, até um próximo post!

Foto: We Heart It 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

A Última Crônica de 2014

É engraçado como ás vezes, a gente só quer que o tempo passe rápido. E para nossa infelicidade, quando isso acontece, ele dura uma eternidade. Ele só desaparece sob nossos dedos, quando já não o notamos. O fato de o tempo ser relativo é uma das maiores curiosidades da vida.

2014 foi um dos anos que mais me fez aproveitar as horas de cada dia. A quantidade de coisas para fazer aumentou e eu simplesmente passei a aproveitar cada segundo em que estivesse livre, quase como se estivesse correndo contra os ponteiros do relógio. 

Em meio a tantas selfies, a minha face estava mais parecida com a daqueles rostos que fogem de desastres naturais. Consegui manter a promessa de continuar com o blog (mesmo diminuindo a quantidade de posts :/ ), passei no primeiro ano da faculdade e continuo estudando para o vestibular (se você não entendeu, não se preocupe, a história é longa e será contada em outro post), além de continuar trabalhando. 

Ufa! Como fiquei acostumada a fazer muita coisa ao mesmo tempo no último ano, não é de se surpreender que eu tenha quase ficado louca nessa semana, simplesmente por ter viajado e me distanciado de tudo, fazendo absolutamente nada. Sim, relaxar me irrita profundamente. Gosto da correria ;)

O maior crescimento talvez tenha sido em relação a minha percepção sobre conquistas. No começo do ano, eu tinha o pensamento de que no final tudo daria certo, porque o Universo ou os deuses dariam aquela forcinha. E se algo não acontecesse, eu simplesmente pensava que não era para ser ou não estava no meu destino, não estava escrito nas estrelas e afins.

Bom, eu mudei um pouquinho a forma como eu vejo as coisas. Agora acredito que quem faz a nossa vida, somos nós mesmos. Ou seja, se aquele sonho não se realizou, talvez eu não tenha me empenhado o suficiente para transformá-lo em realidade. 

Finalmente, aprendi a assumir responsabilidades por minhas escolhas. E descobri que quando a gente corre muito atrás de algo, as chances de realizarmos o que queremos aumenta pra caramba. 

Também passei a refletir mais sobre mim mesma. A palavra Autoconhecimento foi uma das que mais fez parte do meu vocabulário. E essas reflexões não serviram apenas para descobrir alguns dos meus gostos, defeitos e qualidades, mas também me ajudaram a identificar o momento onde era preciso mudar. 

Acredito que quando não mudamos por vontade própria, a vida traz algumas situações para que sejamos obrigados a nos reinventarmos. E um destes momentos é agora. Alguns hábitos serão deixados de lado, outros serão incorporados á minha rotina e esta será reformulada por completo. 

Esperemos que esse tempinho aqui nesse meu mundo (não tão secreto assim) continue fazendo parte dela. Prometo que farei de tudo para compartilhar com vocês tudo o que eu encontrar por aí e espero que vocês continuem acompanhando (onde quer que estejam, se é que tem alguém hehe) tudo. Um ótimo 2015 para todos vocês, beijão <3

Texto: Carol Chagas
Foto: We Heart It

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Descobertas Musicais de 2014

O ano de 2014 foi importante para mim, principalmente no quesito musical. Sempre fui bem fechada no meu mundinho, ouvindo as mesmas bandas, o mesmo estilo, enfim, nunca mudava. 

E foi justamente durante este ano, que eu conheci tantas bandas/cantores legais, saí da minha zona de conforto (que era o pop) e passei a valorizar músicas que não são tão conhecidas assim. 

Além disso, descobri que eu gosto de estilos musicais que eu pensei que nunca ouviria e julgava muito os que o faziam. Devo isso em parte ao blog, já que como eu tinha o compromisso de fazer uma Playlist por semana, precisava encontrar músicas que eu não conhecia. 

E os responsáveis por eu ter encontrado tanta coisa legal na internet são o Rdio e o Superplayer, digamos que eu ouvia a música antes de saber o nome de quem cantava, e isso fazia toda a diferença! 

Pensando em toda essa reflexão de final de ano, resolvi fazer uma lista com as minhas descobertas musicais de 2014, espero que vocês gostem. Que 2015 seja ainda mais recheado de novas bandas e muitas Playlists haha :P

Barcelona
Logo no comecinho de 2014, conheci a banda Barcelona. E ouvi suas músicas por boa parte do ano. O som deles é totalmente diferente de tudo que eu já ouvi, é meio retrô, lembra um pouco as baladas dos anos 80. Enfim, adorei tanto que fiz um post sobre eles aqui.

The Script
Sempre escolho músicas aleatórias no Rdio, ou seja, muitas das vezes, não me ligo no nome do cantor ou da banda. Certa vez, fui olhar nos meus favoritos, e vi que três álbuns da banda The Script estavam na minha Playlist. 

Comecei a ouvir as músicas pra valer, e me apaixonei. Adoro o ritmo das músicas, além das letras serem lindas. Foi uma das minhas grandes descobertas de 2014. 

MAGIC!
Rude foi uma das músicas mais tocadas em 2014, e é claro tem uma razão para isso. Os caras arrasam, tanto no instrumental quanto no vocal. É a primeira banda que eu ouço desse estilo, por isso me surpreendi ao gostar logo de cara :) 

Se você acompanha minhas playlists, deve ter percebido que a cada duas semanas, eu colocava uma música da banda. Devorei o álbum inteiro e já estou esperando o próximo \o/ 

Kiesza
A Kiesza me surpreendeu em todos os sentidos. Além de uma voz incrível (que não parece vir dela haha), a cantora também dança como ninguém. Adorei como ela também arrasa em shows ao vivo, porque isso é bem difícil de encontrar. 

Suas músicas não parecem ser de 2014, mas sim dos anos 90, logo nos primeiros anos do pop. Adorei tanto o álbum, que fiz um post sobre ele aqui

Kodaline
Kodaline é simplesmente a banda mais fofa dos últimos tempos. Com um som meio folk e indie, me apaixonei por todas (não estou brincando) as músicas. As letras são incríveis, assim como a sensação de ouvi-las, parecem aquelas que a gente escuta quando viaja, sabe? 

Não sei se é só comigo, mas toda vez que as ouço, principalmente no refrão, também tenho a sensação de estar assistindo ao final de um filme de romance, sério. Sabe quando tem aquela cena clímax da história, onde eles colocam uma música? Então, é assim que Kodaline se encaixa haha. 




Bom, espero que vocês tenham gostado do post. E aí, vocês conhecem todas as bandas? Me indiquem novas também (: 

Até um próximo post!

Foto: We Heart It 

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Playlist da Semana: Família

Já aviso, esse post é programado. Eu deveria fazer uma Playlist toda inspirada no Natal, mas para quem gosta, sinto muito, não vai rolar. Eu gosto da data, de verdade. Mas o princípio dela é de que você passe com as pessoas que você realmente conhece, não é?

Mas o que acontece se tem que passá-la com estranhos? Tudo meio que perde o significado. Sinto falta de união, verdadeira alegria entre famílias, espero ter isso no dia de hoje.

Sinto falta dos tempos de infância, onde eu só precisava brincar com outras crianças. Nada de conversas sobre faculdade, emprego e principalmente namorados. Mas acho que família é assim, né? 

Podem ser super diferentes, mas no fundo a base é a mesma. Bom, as músicas dessa Playlist me acompanharam durante a semana. Espero que vocês gostem (: E ah, um ótimo Natal pro cês <3

Avril Lavigne - Mobile
Imagine Dragons - Gold
Marina and the Diamonds - Happy
Sam Smith - I'm Not The Only One
Fall Out Boy - The Kids Aren't Alright
Aquilo - Human
Five For Fighting - NYC Weather Report
Little Mix - Christmas (Baby Please Come Home)
Até um próximo post!

Foto: We Heart It 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Sobre Acreditar no Noel

Ás vezes dá uma saudade de quando a gente acreditava que o Papai Noel existia. De algum modo, algum tipo de sentimento era despertado em nós mesmos quando chegava essa época do ano. Era engraçado como a crença nos fazia mais felizes do que a verdade. 

E as crianças que já sabiam dela, se achavam maduras e até mesmo mais inteligentes do que as outras que não sabiam. Tolas eram elas que haviam perdido um precioso tempo em que poderiam estar imersas no espírito de Natal. 

Depois que você cresce, os presentes não te deixam mais tão alegres assim. É quase como se você ainda pudesse escrever uma carta para pedir algo, porém os pedidos de agora não podem vir embrulhados para serem depois colocados debaixo da árvore. É meio complexo pedir algo que depende de você, ou pior, dos outros. 

E se o Natal se tornasse uma data para agradecer e não para pedir? Tenho certeza de que todo mundo tem algo pelo qual seja grato. Por pior que seja sua situação, existe um lado bom nisso tudo. E se você não o está vendo, talvez esteja observando pelo ângulo errado.

Tente dar uma volta na árvore de Natal, ligue o pisca-pisca e observe. O que você vê? Pode ser que você não tenha uma árvore ou as luzes do seu quarto estejam apagadas. Mas o seu coração bate. E isso é um bom sinal. 

Talvez seja um milagre de Natal, será que o Papai Noel passou por aqui? Ah, esqueci que ele não existe. Ou será que existe? O Noel pode estar em muitos lugares e isso não envolve necessariamente um senhor com uma barba branca e uma roupa vermelha. 

Ele pode ser os seus pais, seus amigos, seu cachorro, qualquer ser que te ame e que te faça ver algum lado bom dessa vida. Então, acho que os maduros e inteligentes são aqueles que não procuram por puras verdades em todas as coisas, mas sim os que as enxergam nas coisas mais simples da vida. 

Como um simples sorriso de uma criança ao acreditar que o Papai Noel e a magia existem. Da próxima vez que sentir falta do espírito de Natal, agradeça. Pelo que tem, pelo que não tem. Deixa os pedidos para o Ano Novo.

Texto: Carol Chagas
Foto: We Heart It

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

TOP 5: Teorias da Conspiração

Há um tempinho atrás, fiz o post "A Verdade Sobre os Desenhos" e, para minha surpresa, a galera da internet adorou! Descobri que não sou a única que AMA uma teoria da conspiração haha. 

Pensando nisso, decidi fazer uma lista com as teorias mais doidas e outras nem tão malucas assim. É engraçado como quando a gente começa a duvidar de algo que é considerado uma verdade absoluta, passamos a questionar sobre o mundo ao nosso redor. Algumas das conspirações abaixo vocês já devem conhecer. Espero que sejam confundidos por elas hehe.

Avril Lavigne
Não sei se essa é tão conhecida assim, mas fiquei sabendo há um tempinho. A teoria diz que a cantora Avril Lavigne teria morrido logo após seu primeiro cd (e sua recente fama no mundo da música). Dizem que ela não teria aguentado a pressão, o que teria feito com que ela cometesse suicídio. 

Depois de sua "morte", Avril teria sido substituída por uma sósia. E para o autor da teoria, isso explicaria as mudanças de estilo e de personalidade da cantora. No blog, existem vídeos que comparam as vozes, comparação de entrevistas da cantora, além de diferenças físicas e mensagens subliminares nas músicas. Se quiser saber mais, é só clicar aqui

1ª Viagem do Homem à Lua
Provavelmente você já ouviu falar dessa. Em meio a Guerra Fria, os Estados Unidos superaram a URSS e chegaram a lua antes deles, bem em 1969. Bom, não é o que os conspiradores acreditam. 

Segundo eles, a viagem inteira foi uma verdadeira farsa hollywoodiana. E para confirmar o que eles dizem, utilizam vários argumentos, que você pode ler aqui. Bom, achei esse artigo legal que contraria a Teoria Conspiratória. Acho importante você ler os dois, principalmente se estiver na dúvida haha.

Funk Carioca
Essa Teoria não é muito conhecida, a não ser para aqueles que amam história e estudam o assunto profundamente. Ela é tão difícil de achar, que eu nem tenho uma fonte para indicar para vocês. 

Ouvi durante uma aula de história, em que o meu professor explicava que o Funk Carioca havia surgido na classe mais pobre da sociedade, onde este estilo era uma forma de denunciar a realidade em que viviam (Quem aí se lembra da música acima? Eu me lembro \o/).

A Teoria consiste justamente na perda deste teor crítico nas músicas de Funk, ou vocês não perceberam que o estilo mudou o conteúdo do dia para a noite? Dizem que "os ricos" por medo do que as músicas críticas provocavam, pagaram para que elas fossem banalizadas.

11 de Setembro
Essa é tão conhecida, que não poderia deixar de faltar. Me lembro até de já ter feito um trabalho sobre isso. Nela, dizem que os Ataques de 11 de Setembro foram uma farsa. Sim, as pessoas morreram, porém o grande arquiteto do plano teria sido o próprio governo americano. 

Os motivos apontados são variados, desde o dinheiro ganho pelo seguro das torres ou a criação do ódio pelos árabes (que seria útil como desculpa para invadir as terras em busca de petróleo). Além disso, a teoria diz também que não foram os aviões que derrubaram as torres, mas sim explosivos, que estavam instalados dentro dos edifícios. Enfim, existem muitas teorias e você pode ler algumas delas aqui

A Morte de Marilyn Monroe
Uma das atrizes ícones do cinema teve sua morte declarada como suicídio. O desfecho trágico no auge de seu sucesso, só serviu para que conspiradores criassem várias teorias. A mais utilizada é a de que Marilyn havia sido assassinada por John Kennedy (Presidente dos EUA na época), seu irmão Robert Kennedy e seu psiquiatra Ralph Greenson. 

Os motivos apontados eram de que a atriz havia tido um caso com os irmãos e ameaçava contar seus segredos, que estavam anotados em um famoso diário da capa vermelha.  




Sei que faltaram muitas teorias haha, mas comentem qual foi a sua conspiração favorita e me indiquem outras também :P 

Até um próximo post!

Fotos: Google Imagens

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Playlist da Semana: E Se?

Já se sentiu como um espectador de sua própria vida? Olhando tudo de fora, como se estivesse acompanhando um filme? Nos últimos dias, tenho me sentido assim. Planos são feitos, encontros marcados e o tempo continua passando.

Ás vezes eu me deparo com algumas situações em que, se uma decisão fosse tomada, poderia mudar todo o percurso da minha vida. É uma projeção, é claro. Mas na minha cabecinha não deixa de ser verdade.

Adoro pensar nos "E Se?". É engraçado como uma frase pode te fazer questionar uma vida inteira. E se você tivesse ido fazer faculdade fora de casa/fazer aquele intercâmbio dos seus sonhos/namorado com sua paixão de infância? Pode ser que tudo fosse diferente. São estes pequenos desvios no nosso caminho que nos levam a experimentar diferentes trajetos. 

Por isso escolher é tão difícil. Muitos podem ver como uma chance para exercer o nosso livre arbítrio, já outros podem enxergar como aquele caminho que não pôde ser seguido. A vida se baseia em uma única questão: Quais "E Se" você vai abraçar? Podem ser todos ou nenhum, a escolha é sua.

Sam Smith - Like I Can

Ella Henderson - Yours

Sara Bareilles - Islands

Pitty - Serpente

Sigma feat. Paloma Faith - Changing

Mr. Probz - Waves

Kris Allen - Lost
Zella Day - Compass
E aí qual música te faz imaginar as diferentes possibilidades da vida?

Foto: We Heart It 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Verdades Adaptadas

Palavras gravadas no muro. Luzes acesas na cidade. Carro em movimento. Minha cara colada no vidro, espiando o mundo lá fora. Tentando absorver todos os detalhes. Das pessoas e dos lugares. 

Sinto cheiro de chuva (quem dera né?), mas descubro que tudo é fruto da minha - pobre - imaginação. Faço isso de vez em quando. Imagino o que não dá certo na vida real. E o tempo vai passando, fingindo que nem liga para minha existência, sentindo a chuva ou não. 

Cruzo mais uma rua. Procuro a lua em vão, ela deve ter pedido licença enquanto eu não estava olhando. Sinto a brisa novamente, mas desta vez é o verão batendo na minha porta. Será que ele será doce como a Primavera ou desagradável como o Inverno? 

Encontro a lua. Que mais parece um rabisco fosco de luz aos meus olhos desgarrados dos óculos. MEU ÓCULOS. O mar se encontra em equilíbrio com o tempo. E este é preenchido pelo barulho das pessoas. 

Estas estão agrupadas aos montes em mesas de bar. Conversando, se divertindo, criando memórias. O vento escapa da fresta da janela e me atinge. O farol abre. Penso em como algumas coisas mudam e outras, nem tanto assim. 

Ainda não me acostumei com essa nova realidade. Estou me adaptando aos poucos. Tenho quase certeza que quando conseguir por completo, as coisas já terão mudado novamente. É sempre assim, eu correndo atrás do que já passou. Já me acostumei a estar fora do ritmo.

Devo ter nascido com algum tipo de delay natural. Dizem que ele melhora com o tempo. Quem sabe, né? Presto atenção na competição imaginária entre o carro em que estou e o do lado. Ganhamos! Por uma quadra. Sinal fecha. Fim da linha, game over ou qualquer outro tipo de the end utilizado. 

A lua se esconde. O vento sopra sob um novo farol. Já está na hora de viver, de enfrentar o delay. A dançar conforme a minha música, a criar o meu próprio ritmo. Quem sabe assim eu não corro na direção oposta, só pra evitar uma competição imaginária? Entre mim e o carro do lado. 

Texto: Carol Chagas
Foto: We Heart It 

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Peça: O Absurdo Nosso de Cada Dia

Oi, galera. Já mencionei aqui no blog que eu faço Teatro, o que acontece é que há algumas semanas, o meu grupo e eu apresentamos uma peça, então resolvi compartilhar a minha experiência com vocês (: Como trabalhamos durante todo o ano sobre o Absurdo, reunimos todo o conhecimento e mostramos para a galera.
Eram 50 atores ao todo em 16 cenas, todas reunidas em 3 Atos. No início, uma voz off recitava uma das partes de "O Guia do Mochileiro das Galáxias" como introdução, logo após todo o elenco saía das entradas e invadia a plateia, interagindo com ela, seja tirando selfies, fazendo perguntas inconvenientes ou até mesmo os confundindo com famosos. 
Após a interação, nos reunimos no palco e recitamos a música O Buraco no Espelho (que é pra lá de macabra haha) e a partir daí, começaram as cenas. O Primeiro Ato continha cenas mais clássicas, sendo algumas destas adaptadas. A maioria falava sobre censura e sobre como ela existe na sociedade, sendo explícita ou não.
A Segunda parte da apresentação continha cenas originais, que tratavam de diálogos que pareciam não ter sentido, serem ABSURDOS, mas se você prestasse atenção, possuíam verdades não tão óbvias. E o Terceiro e último ato (meu favorito!) era mais voltado para o humor, mais no estilo de esquetes como Porta dos Fundos mesmo.
Eu sou a terceira. E não sou tão feia assim, tá? haha. Era uma careta.
E por fim, encerramos com uma música tema de um dos filmes do grupo de comédia Monty Phyton "Olhe Sempre o Lado Bom da Vida". A maquiagem era expressionista (do tipo bem pálida com olheiras) e o figurino eram roupas pretas mesmo, tudo bem básico haha. 
Agora, vou falar sobre a minha experiência. Essa é apenas a segunda peça da qual fiz parte, então eu só havia subido no palco uma vez na minha vida, portanto a sensação desta vez foi completamente diferente.

Ao contrário da peça do ano passado, que era sobre o natal (falando nisso, iremos apresentá-la novamente semana que vem!), onde eu tinha um personagem fixo que entrava, saía e nunca mais voltava em cena, na apresentação dessa peça, eu entrava, saía e voltava novamente para o palco. 

Muita gente pode não estar entendendo o que eu estou falando, mas digamos que a sensação é completamente diferente. Eu e os meus colegas tínhamos mais de uma chance de dar o nosso melhor, ou seja, se algo desse errado em alguma das cenas, podíamos recompensar em outras. 
Enfim, apesar de algumas coisas serem diferentes, o frio na barriga e a ansiedade foram o mesmo. Mas isso é bom, dizem que essas sensações só mostram que você se importa com o que está fazendo. Parece que o coração vai saltar pela boca, mas quando as cortinas se fecham, o alívio e a sensação de dever cumprido toma conta de todos nós! 

Bom, espero que vocês tenham gostado das fotos e da minha experiência (: Quero agradecer a fofa da Lilly do Julieta em Paris, por ter ido lá conferir de pertinho a peça. Thanks de Coração <3 
Até um próximo post, gente!

Fotos: Palácio das Artes de Praia Grande.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Playlist da Semana: 50ª

Parece que foi ontem que eu fiz a minha primeira Playlist da Semana (: Só me toquei que 50 semanas haviam se passado, quando olhei a lista no Rdio. Engraçado como eu não idolatro muitas das músicas das quais ouvia nas primeiras semanas. 

Acho que isso acontece com tudo na vida da gente. Quantas vezes você não achou qualquer coisa que tenha escrito e que agora a leu como se fosse a memória de um desconhecido? Muitas vezes me surpreendo quando leio algumas das crônicas daqui, é engraçado como me julgo um ser diferente daquele que escreveu o texto, simplesmente porque o coração não sente mais as mesmas coisas.

É claro que a gente se lembra. Daquilo que viveu, sentiu, sonhou, mas isso não significa que o efeito seja o mesmo, apenas que você reconhece o vestígio daquilo que já foi uma completa fragrância na sua vida. 

Tenho me sentido diferente de qualquer uma das fases pelas quais já passei (e olha que já foram muitas haha). E sei que sempre falo isso. Tenho mania de achar que a garota do presente é muito mais evoluída do que aquela da crônica de ontem.

Acho que fico tentando me convencer de que alguma coisa precisa melhorar. Se não for a vida, pelo menos as pessoas que estão presentes nela. Esse texto está muito gigante para uma Playlist, porém é inspiração minha gente (: E acredito que não exista limite de caracteres para isso. 

As músicas dessa semana falam sobre o meu novo eu, que logo será velho (mas deixa pra lá!),  ou sobre o que você quiser, afinal elas podem fazer parte de suas futuras lembranças. Quem sabe, né?

Rilo Kiley - Silver Lining
Kodaline - Honest
Charli XCX - Gold Coins
Lily Allen - Somewhere Only We Know
P!nk - Who Knew (Acoustic)
Her - Piano Solo
Olly Murs feat. Demi Lovato - Up
Chris Isaak - Wicked Game
E você tem orgulho de quem é agora? Ou sente falta do passado? Até uma próxima Playlist (:

Foto: We Heart It 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Introvertidos X Extrovertidos

Desde pequena, me considerava uma pessoa extrovertida. Na verdade, eu sempre fui uma das entusiastas da turma, aquela que juntava todas as meninas numa rodinha na hora de comer e sempre falava com os novos alunos. 

É engraçado como conforme eu me recordo dessas memórias,  é quase como se fosse outra pessoa. Outra Alice. Já gostava de músicas deprês naquela época, porém a maioria eram de High School Musical e RBD (Não tenho vergonha do meu passado musical hehe).

Hoje em dia, morro de vergonha de olhar nos olhos das pessoas (não me perguntem o porquê) e não consigo me imaginar conversando com alguém novo na sala de aula. De verdade, eu não sei o que aconteceu no percurso entre aquela garota que queria ser líder e esta agora que detesta ser notada.

Agora, me considero com todas as letras uma pessoa introvertida. Fui consultar meu psicólogo (Google) sobre pessoas que eram extrovertidas e se tornaram introvertidas. E foi aí que eu me surpreendi, não havia nenhuma informação. Apenas casos de pessoas que venceram a timidez e se tornaram mais comunicativas.

Outra coisa, as pessoas confundem muitos os dois termos. O conceito de ambos é mais relacionado a energia. Os introvertidos são muito sensíveis e estar em meio a tantas pessoas os cansa. Já os extrovertidos são o contrário, recarregam suas energias ao estar com muitas pessoas. 

Agora, voltando ao assunto, descobri por meio dessas pesquisas que o mundo é totalmente voltado aos extrovertidos. Todos os links sobre o assunto prometiam ao usuário que aquela lista o iria transformar em uma pessoa mais comunicativa. E pensando na infância, o mundo sempre foi assim. 

Sabe aquela criança que é mais quieta e gosta de ficar sozinha? Todos os colegas (eu inclusa quando era extrovertida) e professores a questionavam se estava tudo bem, se existia algum problema. Porque querer ficar sozinha é sinônimo de tristeza, ou pior, de que algo está errado.

A questão é: as pessoas são simplesmente diferentes. E não há nada de errado nisso. No meu caso, talvez eu tenha me tornado introvertida, pela adaptação. Sou filha única e quando era mais nova, não tinha com quem falar (todos os meus primos moravam longe e os meus vizinhos eram idosos) e eu me lembro de como adorava conversar, porém não havia ninguém para me escutar.

Na minha sala, as crianças não tinham muito costume de brincar umas nas casas das outras, pelo menos comigo isso ocorria pouco. Ia mais na casa da minha melhor amiga (que permanece no mesmo posto nos dias atuais) e uma aqui, outra ali. O que eu fazia durante as tardes? Assistia tv.

Quando cresci mais um pouco, comecei a passar muito tempo no computador. E era ali onde eu mais me comunicava com os meus amigos, acho que de tanto teclar, perdi a habilidade de falar. Sou daquelas que acredita na Lei do uso e desuso (mas apenas em alguns casos, okay?), pelo menos no meio das habilidades. 

Se realizamos uma tarefa por muito tempo, nossa eficiência alcança a potência máxima. Porém toda vez que você adiciona uma habilidade, perde outra. Por isso, agora eu me forço a falar sozinha, algo que eu fazia direto quando mais nova. Tinha tanta vontade de falar, gente. Vocês não fazem ideia! E puxava assunto com qualquer pessoa que eu conhecia.

Talvez todo esse isolamento tenha me transformado numa introvertida, afinal. Porém não odeio esta nova personalidade, por mais que ela seja mais complicada, é menos ansiosa que a primeira. 

Fico feliz de não precisar mais de pessoas para preencher um sábado á tarde, a minha companhia é suficiente. Mas seria legal alcançar o equilíbrio, resgatar as boas partes da extrovertida que está perdida em algum lugar aqui dentro. Quem sabe eu não me torno uma ambivertida? haha (Sim, isso existe).

Texto baseado nas minhas memórias e inspirado nesse vídeo super legal do TED Talks: O Poder dos Introvertidos.

Texto: Carol Chagas
Foto: We Heart It 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Playlist da Semana: Importância

É estranho como em meio a tantas coisas que se julgam super importantes em nossa vida, acabamos deixando coisas que são realmente necessárias de lado. Desde a refletir sobre você mesmo a passar um tempo relativamente bom com a sua família.

Só passa pela nossa cabeça o que a gente não fez, não aproveitou, quando uma situação difícil nos obriga a parar e pensar. Em como sempre empurramos tudo para o fim de semana seguinte com a barriga, ou até mesmo inventamos desculpas para os outros, que servem mais para nós mesmos.

A questão é: Você vai esperar a vida te obrigar a refleti-la para perceber o que realmente vale a pena? Ou vai separar uma meia hora do seu tempo precioso para testar sua visão, sua audição e até mesmo os seus pensamentos? 

Com tantas coisas para se fazer, tantos lugares para ir e tantas pessoas para conhecer, acabamos nos esquecendo que a única coisa que realmente importa e existe pra sempre, somos nós, nossa consciência, nossa alma. Você pode dedicar um tempo a ela? Espero que essa Playlist te inspire a fazê-lo ;)

Olly Murs - Seasons

Calvin Harris feat. Ellie Goulding - Outside

John Newman - Love Me Again

Kelly Clarkson - Wrapped in Red

Dark Waves - I Don't Wanna Be In Love

Leighton Meester - Run Away

Eminem feat. Sia - Guts Over Fear

Kathryn Dean - Told You So
E você, tem dedicado tempo a si mesmo?

Foto: We Heart It 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Temporal

Oi, gente. No vídeo que eu fiz para responder as perguntas da TAG, deixei escapar que estava com um sério (nem tanto) bloqueio criativo. No último mês, aconteceram muitas e poucas coisas ao mesmo tempo. Parece papo de maluco, mas eu explico. 

É tipo a chuva durante o mês, sabe? Passam-se meses sem uma única gota, mas de repente um temporal ocorre e vira tópico de notícia em todos os jornais. O que acontece é que esse temporal, na maioria das vezes, deixa feridos pelo caminho.

Digamos que tenha rolado uma tempestade, já aviso que não houveram feridos. Mas mesmo assim, a sensação incômoda chegou para ficar. Mesmo que ela já tenha passado, a seca trouxe a solidão. E com ela vieram pensamentos não muito legais, que felizmente parecem estar se afastando aos poucos. Acho que irá chover daqui alguns dias.

Talvez eu esteja me autossabotando (falarei sobre isso em algum post). Não sei se vocês sabem, mas sabe do que eu morro de medo? Da felicidade! Sim, parece imbecil dizer isso, mas é a mais pura verdade. Morro de medo do sucesso.

Nos últimos dias, tenho descoberto que a minha desorganização e mais outros defeitinhos são táticas do meu subconsciente para me autossabotar. O jeito é reprogramar ele. Descobri que o pai dos medos que eu listei acima, tem medo de perder. Por isso, a minha cabeça resolve não fazer esforço algum para ganhar algo.

Acontece que eu sou o tipo de pessoa que vive no futuro. Não sou impulsiva, porque penso nas consequências. Afasto as pessoas, porque penso que nenhuma delas será fixa na minha vida, porque tudo acaba. Simples assim.

Mas acho que só agora percebi que se eu viver no futuro para sempre, não construirei nenhum presente, não é mesmo? Estou tentando mudar, posso ter perdido algum tempo, mas acho que não existe essa coisa de tarde demais. Não para quem só pensa no futuro.

Quem sabe depois desse desabafo, eu consigo produzir mais alguns textos. Só queria escrever sobre o que eu estou sentindo, mesmo que ninguém leia. É como se um ombro amigo estivesse sendo oferecido a mim, mesmo que ele esteja do outro lado do mundo.

Texto: Carol Chagas
Foto: We Heart It 
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