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Trilha Sonora: Diversos Filmes

Fotos: Google Imagens Sabe quando você conhece alguma música por meio de um filme e aquilo te marca? Por mais que você o tenha assistido há muito tempo, é como se de alguma forma aquela melodia ainda te lembrasse o sentimento que a história te trouxe.  Nos últimos dias, revisitei playlists antigas minhas e descobri que as minhas favoritas da lista vinham de filmes. Inspirada nisso, decidi fazer um " Trilha Sonora " diferente: ao invés de focar em uma história só, fiz sobre diversos títulos. Vem ver se você conhece todas elas :) T he Man - Aloe Blacc (13º Distrito) Linger - The Cranberries (Click) Brighter than Sunshine - Aqualung (De Repente é Amor) To be Loved - Train (Sem Saída) Why Can't I? - Lis Phair (De Repente 30) See You Again - Charlie Puth (Velozes e Furiosos 7) Living Life - Kathy McCarty (Before Sunrise) The Beach Boys - Don't Worry Baby (Nunca fui beijada/Déjà Vu) E aí, tinha alguma música que vo...

A teimosia morre quando a gente cansa.

Não sou taurina, mas sempre me considerei uma pessoa teimosa. Quando alguma ideia surgia na minha cabeça, eu simplesmente não conseguia parar de pensar nela. Por mais que eu tentasse me distrair e deixar quieto, isso não saía do meu pensamento enquanto eu não fizesse algo sobre aquilo.  E eu tenho sido desse jeitinho com tudo, seja com algum sonho maluco, com uma música que me conquista ou com pessoas que são especiais pra mim de alguma forma.  Eu costumava achar essa minha obstinação bem prazerosa e produtiva, o que não deixa de ser verdade quando eu quero produzir um texto ou colocar algum projeto em prática. Mas quando esse excesso de foco aparece nos sentimentos, nunca dá certo.  Sou daquelas que tenta uma, duas e até mil vezes se for preciso. Porque realmente acredito que sempre dá pra fazer diferente. Porém confesso que chega uma hora que cansa. É como assistir ao mesmo filme, só que cada vez com um tipo de legenda.  Por mais que você veja um...

Awesome do Mês: Junho

O que dizer de Junho? O mês passou voando, mas ao mesmo tempo tanta coisa aconteceu por aqui: Fui no maravilhoso show do Capital Inicial (♥), aprendi a fazer a famigerada lasanha , comecei a estagiar voluntariamente na Diretoria de Cultura da faculdade, assisti apresentações em um sarau e comecei a jogar LOL (pois é). Também conferi uma mostra de filmes japoneses no cinema da universidade (é mais legal do que parece) e trabalhei no bar de uma cervejada (fiquei com vontade de realmente ter um bar e viver disso). É engraçado como a gente só percebe a quantidade de coisas que acontece conosco, quando começamos a contar nos dedos os fatos :) Aqui no blog, escrevi alguns textinhos: um sobre a minha relação com a solidão depois que eu comecei a morar sozinha , e outro sobre o fato de fazermos nossas escolhas sem seguir conselhos alheios .  Fiz um postzinho com a continuação da lista dos Covers Melhores que as Músicas Originais  e outro sobre o que rolou de melhor em ...

O Paradoxo da Solidão

Eu sempre gostei de ficar sozinha. Desde criança, eu dava mil pulinhos de alegria quando tinha a casa só pra mim. Isso significava ter algumas horas pra poder falar em voz alta, bater um papo cabeça com o meu cachorro e ouvir músicas constrangedoras no último volume (um bj ex-vizinhos).  E se eu estivesse meio deprê, o choro também era liberado, já que ninguém ia perguntar o porquê de o meu rosto estar vermelho. Os meus momentos de solidão eram recheados de felicidade.  Eu tinha o melhor dos dois mundos: podia ter algumas horinhas de solidão, mas também tinha aquela companhia marota nas horas solitárias não tão legais assim (leia-se domingo, o dia da semana em que todas as pessoas do universo não fazem nada).  O irônico é que quando você começa a morar sozinha, esses momentos que eram tão incríveis deixam de ser especiais . Deixam, porque talvez acabem competindo com tarefas não tão agradáveis assim de serem feitas, mas que precisam ser resolvidas. E pasme...

Não tenha medo de escolhas, faça a sua.

É engraçado como ás vezes tentamos nos definir com palavras, quando na verdade somos uma bagunça de sentimentos que nunca poderá ser descrita com perfeição. A gente tenta racionalizar as coisas, fazer listas e classificar tudo como se a nossa vida fosse exata. Mas não é bem assim que funciona. Acredito que cada alma tenha seu próprio caminho a percorrer. Até podemos esbarrar em alguma rota alheia, mas em algum momento, precisamos nos deparar com o nosso próprio destino. A verdade nua e crua é que viemos sozinhos para este mundo e sairemos dele da mesma forma. É claro que podemos dividir nossos momentos com a família, amigos e desconhecidos. Mas a questão é que a vida é como se fosse um carro, onde nós somos os motoristas (meio autoajuda, eu sei). O resto das pessoas que conhecemos são apenas caronas neste veículo.  No fim das contas, quem decide o nosso melhor somos nós mesmos. Podemos ouvir conselhos, opiniões e broncas. Mas o poder de escolha é só nosso. Se queremo...