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O Perfeito a Não Ser Feito

Certa vez me disseram que quando a gente aprende algo, é legal passar esse conhecimento adiante. Seja para um amigo ou para um total desconhecido. Ultimamente, tenho aprendido muito. Sobre as pessoas e, consequentemente sobre mim. Eu sempre tive uma visão iludida sobre a vida. Na minha cabeça, as coisas deveriam ser perfeitas (culpo os filmes por isso). De algum jeito, eu esperava que tudo que me acontecesse fosse bom e maravilhoso. Entraria em uma faculdade perfeita , encontraria uma pessoa perfeita e escolheria uma profissão perfeita . Esse modo perfeição funcionou muito bem por um tempo, até eu me dar conta de que nada iria sair como eu planejava. Nada mesmo. Eu até poderia escolher qual caminho eu seguiria, mas não poderia controlar pra onde ele me levaria. É claro que a vida é recheada de escolhas nossas, conscientes ou não, mas o modo e o momento que as coisas acontecem apenas não estão no nosso controle. Destino, Universo, Deuses, você escolhe. Quando co...

Fotografando #6

Junho representou o fim de muita coisa pra mim. Fim do semestre, com direito a provas e apresentações de trabalho. Fim de um ciclo, já que passarei a me dedicar 24 horas por dia ao vestibular e deixarei a faculdade de lado.  Fim de uma fase da Alice, que abandonou velhos hábitos e vai criar alguns novos.  Confesso que eu adoro fins, eles trazem recomeços e transformações.  Até postei um  vídeo no canal  sobre isso :) Acho que a gente sempre se conhece mais nesses momentos, é meio que um período que o universo nos dá para reavaliarmos tudo o que fizemos e quem somos.  Também comecei a postar fotos no Instagram do Blog  com alguns versinhos que eu comecei fazer (: Tô amando escrever nesse estilo haha. Bom, chega de falatório, vão ver as fotos do mês! Como eu contei aqui , viajei para o interior no comecinho de Junho. A cidade estava decorada para a Festa Junina e não poderia estar mais linda :) As fotos ficaram incríveis, mas essa é...

Sítio no Interior e Reflexão Sobre Cidades

No comecinho de Junho, viajei para Itararé (interior de SP) novamente. Eu sempre vou pra lá, até já falei um pouco sobre a cidade no Natal , mas a viagem foi um pouquinho diferente dessa vez.  Por motivos de: Me desliguei do celular (e consequentemente da internet) pra valer, cheguei até a não levá-lo para casa dos parentes haha. Tudo para socializar um pouco mais com o pessoal que eu não vejo tão frequentemente.  E olha, foi a melhor ideia que eu tive em muito, muito (não tenho muitas boas ideias hehe) tempo. Recomendo pra quem puder, faz toda diferença.  Bom, além do fato de eu ter me desintoxicado desse mundo virtual, também visitei um sítio que era totalmente afastado da civilização. E nossa, que sensação boa ♥  Esse cavalo estava me ignorando tanto que ficou bem paradinho (de boas) na minha frente. Na fazenda que eu fui (sim, era um fazenda de verdade!), havia muitos animais e eles eram super acostumados com pessoas, não sentiam medo da gent...

Você sabe o que é Guilty Pleasure?

Há alguns anos atrás, vi a seguinte expressão em uma série (tá, foi em Glee): Guilty Pleasure . A tradução livre explica que ela se refere a algo que você gosta, mas que não é considerada como algo legal/bacana na sociedade, f azendo com que você se sinta meio culpado/envergonhado por isso.  Confesso que eu sou a rainha do Guilty Pleasure , gosto de tanta coisa que é considerada boba, que olha, a lista é grande. Desde cantores pop a séries consideradas ruins. O legal de esconder esses gostos da maioria das pessoas é encontrar gente que te entenda (te aceite haha) e que compartilhe a mesma paixãozinha secreta com você.  E olha, quando isso acontece, é extremamente libertador poder ouvir (sem vergonha) aquela música que todo mundo zoa :)  Pensando nisso tudo, resolvi fazer uma lista de coisas que se encaixam nessa expressão e assumir (nem que seja aqui no blog) algumas delas. Quem sabe um dia eu não assumo na vida real também? haha. Musicais Desde a pr...

Inquietações da Madrugada

Já são quase duas da manhã. E eu já deveria estar dormindo. Mas estou aqui. Cheia de dúvidas e questionamentos.  Com pulgas, carrapatos e um zoológico inteiro atrás da orelha. C obrando dos amigos respostas de perguntas que eles não sabem como responder. Afinal, quem é que sabe?  Por mais que o mundo diga que é preciso se arriscar em relação aos sentimentos, meus pés (bem grudadinhos no chão) não conseguem seguir tão facilmente esse conselho. Minha natureza desconfiada não deixa.   É como se eu fosse aqueles juízes que precisam decidir se alguém é culpado ou inocente. Preciso de fatos concretos, de provas. E isso ninguém pode me dar. Então, eu fico simplesmente aqui parada. Consumida pela dúvida. Entre quem você realmente é e o que falam de você.  Já cometi o mesmo erro e me lembro claramente de prometer a mim mesma para não ouvir mais as vozes alheias. Mas tá difícil. O medo de me machucar fala mais alto. Eu sei que é besteira, eu posso aguentar. Poré...