Pular para o conteúdo principal

Livro: Fazendo Meu Filme 2 - Fani na Terra da Rainha

Se você não leu Fazendo Meu Filme 1 - A Estreia de Fani, entre aqui.

Depois de Fazendo Meu Filme 1, morri de curiosidade ao ler o próximo. Queria saber t-u-d-o sobre o intercâmbio da Fani. E olha, amei cada minuto da leitura. A aquisição de novos personagens e as referências da cidade de Brighton e Londres na Inglaterra fizeram com que qualquer um ficasse afim de visitar o lugar.

A Paula arrasou escrevendo um livro que contém as experiências que um intercâmbio traz para alguém. A adaptação, a saudade, a língua, todas as curiosidades que um intercambista tem. Antes de fazer um intercâmbio, recomendo que leia. 

Amei o fato da distância não ter alterado sua relação com família e amigos. E as crises de choro foram super aceitáveis, já que ela iria passar um ano longe da família. E o Léo, minha gente? 

Cada vez mais, me apaixono pelo personagem. Confesso que a Fani me irritou um pouco, mas fazia parte do processo de amadurecimento da personagem.

O que eu não gostei: Pode ter sido para inovar ou para economizar páginas. Mas, eu não gostei dos milhões de emails recebidos. Era o mesmo esquema dos bilhetes no primeiro livro, porém agora eram emails, sei lá, achei meio repetitivo (ou foi isso ou o fato de eu ter lido o livro em um dia. Quem sabe?). 

Também não gostei do personagem Christian, (pode ser porque eu sou Team Léo), mas ele tentava demais, sabe? O achei grudento do início até o fim.

A nova amiga da Fani, Ana Elisa, é incrível, toda independente, determinada, cheia de ideias e planos. Adorei ela. Gostei da Tracy também e seria pedir demais um livro somente sobre ela? 

Ok, ela estava meio sem foco na história, mas seria legal ver a sua personalidade ser trabalhada e mudada. Ela me lembrou demais a Serena de Gossip Girl, aquela fase festeira da personagem haha.

Então, é isso. Estou louca pelo próximo livro. E espero que vocês tenham gostado da resenha (com opinião demais minha, confesso) e que tenham a oportunidade de ler o livro.

Algumas frases que me encantaram:

“Você ainda não andou o bastante. E acho que deve se preocupar com o caminho, escolher bem a direção que vai tomar, senão corre o risco de caminhar em círculos e não chegar a lugar nenhum”


"Estou indo embora. Não sei o que me espera. Mas aprendi que a felicidade é uma opção. Ela mora em todo lugar. Basta que a gente permita que ela nos faça companhia. Eu espero que ela tenha entrado comigo nesse avião… Ou melhor, que esteja me esperando no aeroporto.”

“O medo nunca deve nos impedir de tentar o que quer que seja, a coragem sempre é recompensada. E, quanto maior é a ousadia, maior é a realização.”

Nome: Fazendo Meu Filme 2 - Fani na Terra da Rainha
Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutenberg
Número de Páginas: 328
Ano: 2009

Foto: Google Imagens

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Trilha Sonora: Simplesmente Acontece

Não sei se vocês perceberam, mas eu meio que amei o filme Love, Rosie (Sim, prefiro o título original). Mesmo já tendo feito um post sobre ele, não pude deixar de comentar a Trilha Sonora. 
A história se passa durante muitos anos e a música evolui com ela. Nem preciso dizer que achei esse fato fantástico. Além disso, os nomes variam entre artistas famosos como Beyoncé a outros não tão conhecidos assim, mas incríveis igualmente. 
Ah, tem até composição instrumental, que super combina com os momentos das cenas. Resolvi escolher as minhas favoritas e colocar aí embaixo para vocês ouvirem e amarem tanto quanto eu estou amando (: 

Algumas delas você só vai gostar mesmo se assistir o filme haha (já falei como é bom lembrar de uma cena ao ouvir uma música). 

Lily Allen - Littlest Things
Elliott Smith - Son of Sam

Lily Allen - Fuck You

Kodaline - High Hopes
KT Tunstall - Suddenly I See
Beyoncé - Crazy in Love Gilbert O' Sullivan - Alone Again (Naturally)
Mimi & The Mad Noise Factory - Get Me Bac…

Os Signos dos Cantores

Música é uma das melhores coisas da minha vida e acredito que na de muita gente também. Ela está presente em diversos lugares e nas mais diversas línguas, mas na última semana ela está ainda mais em evidência aqui no Brasil. Sim, estou falando do Rock in Rio ♥ 
Inspirada nessa vibe musical, decidi fazer um post sobre os cantores, mas de um jeitinho diferente. Quem me conhece, sabe que eu amo astrologia e, geralmente, acho alguma semelhança entre pessoas do mesmo signo. 
Então, para celebrar a minha mania de procurar o aniversário dos cantores, resolvi reunir muitos deles em um post :) Lembrando que podem existir diferenças nos perfis que eu descrevi, dependendo do ascendente e da posição das casas, okay? Agora vai lá, ler :P
Áries
Os arianos são conhecidos por iniciar, colocar em prática coisas que ainda não foram realizadas. E que, por esse motivo, sempre são lembrados por seus feitos. 

Áries é o tempo de começos e isso fica ainda mais evidente ao observarmos os exemplos de cantores do si…

Você sabe o que é Guilty Pleasure?

Há alguns anos atrás, vi a seguinte expressão em uma série (tá, foi em Glee): Guilty Pleasure. A tradução livre explica que ela se refere a algo que você gosta, mas que não é considerada como algo legal/bacana na sociedade, fazendo com que você se sinta meio culpado/envergonhado por isso. 

Confesso que eu sou a rainha do Guilty Pleasure, gosto de tanta coisa que é considerada boba, que olha, a lista é grande. Desde cantores pop a séries consideradas ruins. O legal de esconder esses gostos da maioria das pessoas é encontrar gente que te entenda (te aceite haha) e que compartilhe a mesma paixãozinha secreta com você. 

E olha, quando isso acontece, é extremamente libertador poder ouvir (sem vergonha) aquela música que todo mundo zoa :) Pensando nisso tudo, resolvi fazer uma lista de coisas que se encaixam nessa expressão e assumir (nem que seja aqui no blog) algumas delas. Quem sabe um dia eu não assumo na vida real também? haha.
Musicais
Desde a primeira vez que assisti a um musical (foi Hi…

A Verdade Sobre os Desenhos

Como qualquer criança normal, eu passei minha infância assistindo desenhos (ainda assisto haha). Só que quando a gente cresce, passa prestar mais atenção ainda neles. Outro dia, eu descobri alguns significados ocultos de um desenho que eu assistia, e resolvi pesquisar MAIS sobre outros. Veja abaixo.

7 Monstrinhos O desenho era exibido na Tv Cultura. E quem era fã mesmo, tinha até a música de abertura decorada hehe. Tudo muito lindo, mas e se eu te dissesse que ele era uma crítica contra o nazismo? Isso mesmo. De acordo com algumas teorias, os 7 monstrinhos representariam a visão dos alemães sobre os judeus. 

Eles eram vistos como monstros, possuíam o nariz bem grande, e olha só que coincidência: No campo de concentração, eram identificados por Números. Um dos personagens usava um pijama listrado bem idêntico ao uniforme que os judeus que eram presos tinham que usar, e eles também moravam no sótão (local onde os judeus se escondiam). 
Bob Esponja Para o nosso querido Bob Calça Quadrada, tem…

TOP 5: Filmes Para Acreditar em Si Mesmo

Mais da metade de 2015 já foi. E você? Fez aquilo que jurou de pé junto que faria no ano novo? Espero que sim. Eu estou cumprindo minha promessa e fazendo mais umas mil pra 2016. Tem tanta coisa que eu quero fazer, que confesso que eu fico meio perdida, sabe? 

De vez em quando, a gente se confunde nos planos, muda de ideia e até escolhe outras rotas. Parece que quando a gente se foca muito tempo em conquistar uma determinada coisa, isso meio que tira a visão do todo e faz com que a tarefa perca o sentido. 

E é nessas horas, que eu me pergunto se realmente estou fazendo a coisa certa e se posso apostar tanto assim em mim mesma. Eu sou uma expert em não confiar na minha capacidade. Muita gente acha que é modéstia, mas é insegurança mesmo. 

Sempre tenho aquele medo de não ser boa o suficiente e fazer tanto esforço em vão. Quando essa paranoia acontece, procuro relaxar um pouco e assistir alguns filmes que me inspiram a acreditar mais no que eu sou capaz de fazer. 

No que todos somos, na verd…

tudo aqui tem dedo seu.

E, de repente, eu sabia porque eu era como era.

Enquanto ouvia minha mãe aprendendo um novo jeito de costurar o tapete e o meu pai com sua sagrada vídeo aula sobre o que quer que tivesse a ver com impostos, eu entendi.

Como seres humanos que talvez fossem assim de natureza e, se não é o caso, não sei direito com quem começou, a questão é que seres humanos que conviveram por muitos anos juntos adquirem costumes interessantes.
Éramos viciados em aprender e estarmos ocupados.

Assim como nós, não sei se os vícios surgiram juntos ou se eles coexistiam um ajudando o outro a se manter.

Meu irmão não entendia essa nossa vontade estranha de ficar sozinho estando junto, cada qual com seu mundo.
Era raro quando ele se entretinha com algo sem que houvesse alguém pra assistir. Suas descobertas precisavam de plateia, enquanto que as nossas necessitavam de silêncio para serem admiradas.
Ele olhava a quantidade de vozes e sons que cercavam cada um e sem entender, passou a observar.
Guardava em sua cabeça nos…

Livro: Pollyanna

Sinopse O livro Pollyanna conta a história de uma garota de seis anos, que acabou de perder o pai. Ele era pastor e ela foi criada por ele e pelas freiras, já que sua mãe já havia morrido. Após ficar órfã, um dos ajudantes da igreja localiza uma tia distante da garota, irmã de sua mãe. O único problema é que Miss Polly, sua tia, é uma mulher amargurada e ranzinza que a aceita em sua casa, para cumprir seu dever de irmã, apenas por esse motivo. A história conta como a garota pode superar até a maior das dificuldades em sua vida.

O livro foi escrito em 1913, e conta de uma forma encantadora o otimismo inabalável de Pollyanna. Acredito que a história seja atemporal, é um livro de auto-ajuda com uma história cativante. A garota de apenas seis anos sabe o valor da vida, e de importante lições. Coisa que muita gente morre sem descobrir.

Recomendo o livro para todas as idades. Pollyana cativa o leitor com seu Jogo do Contente, onde precisamos encontrar o lado de bom em todas as situações negati…

estou cansada de matar formigas.

Estou cansada de matar formigas.
Uma a uma, elas vão me desconcentrando. Me fazem revirar os olhos, tirar as coisas do lugar, tudo para obter um melhor ângulo de ataque. Às vezes, confesso que até perco o apetite com tantas mortes.
Dependendo do horário, são muitas. E quanto maior o número, mais inconveniente a situação se torna. Deixei de usar relógio no pulso, porque sempre que eu o olhava procurando as horas, encontrava uma delas me escalando.
O que me tornava um ponto tão interessante de escalada? Saberiam elas que eu era a assassina secreta de seu grupo? Ou seria eu um mero meio de transporte conveniente o bastante para valer o risco de ser capturada?
Seriam elas unidas? Duas ou três serviriam de isca como sacrifício para o restante? Eu matava quase que inconscientemente, pelo hábito, e não porque temia um ataque sorrateiro.
Haveria um ataque sorrateiro, mas barulhento o bastante para me acordar durante a noite e não me fazer pegar no sono quando todos fazem o mesmo?
Elas passaram o ve…