quarta-feira, 21 de setembro de 2016

5 Filmes que vi em Agosto

Foto: We Heart It.
Preciso dizer que estou um pouco cansadinha de séries (por mais que eu esteja novamente viciada em Gilmore Girls ♥) por dois motivos: elas são viciantes e podem durar por diversas temporadas (a maioria das que eu assisto dura). 

Ambos os fatos, quando juntos, fazem com que o tempo seja perdido. Não me leve a mal, eu amo me identificar com personagens e acompanhar suas histórias quase como se eles fizessem parte da minha vida. Sempre fui viciada em séries e acho que sempre vou ser. Mas o negócio é que depois da invenção da Netflix, isso tudo foi muito amplificado. 

Como eu antigamente tinha que sair em busca dos episódios, confesso que dava uma preguiça de maratonar séries (apesar de eu já ter ficado horas nesse método também hehe - viciados são viciados, não é mesmo?). Resumindo tudo? Ficou muito mais fácil perder horas, dias, semanas assistindo um seriado. 

É por isso que resolvi me aproximar dos filmes. Quando são bons, eles até deixam um gostinho de "quero mais" no final, mas geralmente não há continuação, ou seja, não há mais nada para se ver. O filme te mostra uma realidade diferente, te passa algumas mensagens legais durante 2h e acaba. Pronto. Cada um segue sua vida felizinho com a troca. 

Lembrando que eu não estou condenando as séries e o Netflix (até mesmo porque os amo), apenas estou explicando o meu probleminha em controlar esse meu vício :) 

Para incentivar esse meu outro vício filmográfico, resolvi criar a categoria "5 filmes que vi em..." para indicar as histórias mais legais que eu encontrar durante o mês. Então é isso aí, espero que vocês curtam :)

Sr. Ninguém
Sr. Ninguém (Mr. Nobody para os cults) é um filme para pessoas indecisas (e nem precisa ser libriano pra se identificar). Com certeza você já se pegou pensando sobre qual rumo sua vida teria tomado, se você tivesse feito uma coisinha diferente. E a verdade é que todos nós estamos sujeitos à essa terrível incerteza. 

O longa por vezes parece uma programa estilo "Cosmos" ao usar o Jared Leto para falar sobre o universo e as verdades científicas sobre a vida. A fotografia e os efeitos do filme são maravilhosos (destaque para uma cena na floresta filmada na horizontal e passada na vertical - eu sei, ficou difícil de imaginar). 

Sr. Ninguém começa confuso, mas logo faz com que a gente se encontre em seu universo e veja um pouco de nós bem ali, em meio a tantas histórias. Pra ver uma prévia do que eu falei escrevi, é só clicar aqui.


A Caça
"A Caça" é um filme que te faz passar raiva. Quer dizer, se você é uma pessoa que odeia injustiças, prepara a vontade de bater em uma garotinha de 6 anos. Na história, um professor do jardim de infância vê sua vida mudar quando é acusado de pedofilia. 

Além de o tema ser forte, as atuações também são impecáveis. Confesso que em alguns momentos, tive a sensação de estar vendo algo real e não um filme. Ah, o longa também é repleto de imagens maravilhosas da Dinamarca. Dá pra ver o trailer aqui.


Eu sei o que vocês fizeram no verão passado
Eu sempre ouvi falar deste filme e já sabia um pouco da história graças a sua paródia (um beijo, Todo Mundo em Pânico!). Nela, 4 jovens atropelam um cara e o jogam em um lago (ou seria rio?). 1 ano depois da morte, o grupo começa a receber umas mensagens nada legais do "morto". 

Realmente fiquei curiosa (e por vezes em dúvida) sobre quem era o assassino e adorei as cenas de suspense/ação de quando a vítima fugia. A única coisa que deixou a desejar foram os diálogos e algumas atuações, fiquei confusa se o objetivo era deixar as cenas cômicas ou se foi acidental (Pânico teve o mesmo efeito sobre mim) haha. 

Ah, também descobri que existem mais dois filmes da série, porém apenas o segundo é com os mesmos atores e tem relação com a mesma história. Pra quem não conhece, o trailer tá aqui ó.   

Nervo Craniano Zero
Caso você assista ao "Nervo Craniano Zero", já te aviso: o filme é terror trash, okay? Então, se algo parecer hilário para você, é normal. Os efeitos do longa brasileiro são bem ruins propositalmente. Na história, uma escritora deseja repetir o sucesso de seu último livro. 

Com medo de perder sua criatividade, ela procura o criador de um chip que se implantado no nervo craniano zero, altera a inspiração das pessoas. O problema surge quando ela resolve usar uma moça como cobaia. Para ter uma ideia de como é o filme, é só clicar aqui.


Antes do Pôr-do-Sol (Before Sunset)
"Antes do Pôr-do-Sol" é o segundo filme de uma trilogia (uma das melhores que eu já vi na vida, confesso). Em "Antes do Amanhecer", o primeiro filme da série, Celine conhece Jesse em um trem e ele a convida para andar sem rumo por Viena, já que o horário de seu avião seria apenas no dia seguinte. 

Os dois acabam se apaixonando e marcam um encontro dali a seis meses. O segundo longa da série ocorre 10 anos após o primeiro encontro deles e conta o que aconteceu com ambos nesse meio tempo. 

O terceiro filme se passa 10 anos depois do segundo e 20 do primeiro. O que se destaca na trilogia são os diálogos, por vezes são profundos e filosóficos, o que faz com que a gente se identifique com os temas falados. As paisagens também são bem incríveis, já que cada filme se passa em um lugar diferente da Europa (Áustria, França e Grécia) ♥ 

Ah, outro fato curioso é que os dois são os únicos atores nos filmes (com exceção do terceiro), não existem outras pessoas presentes na história. Muitas das cenas também são sem cortes, a conversa flui o tempo todo :) O trailer do primeiro filme tá aqui.






E aí gostaram das indicações? Vocês já viram algum da lista?

Até o próximo post!

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Fotos: Google Imagens

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Status: em um relacionamento sério com a vida

Cada vez mais eu chego a conclusão de que eu amo as pessoas. O ser humano em geral. Confesso que sinto um prazer quase sobrenatural em ouvir suas histórias e tentar (mesmo sabendo que é quase impossível) entendê-las. 

É engraçado porque por muito tempo eu acreditei que era possível ser feliz sozinha e não era extremamente necessário ter tanto contato social. Mas dividir suas experiências com um grupo de amigos ou desconhecidos é algo mágico. 

Hoje não me imagino mais como aquele alguém que se trancava no quarto pra ficar no computador durante o fim de semana todo.

Talvez seja o meu momento atual ou o fato de que eu comecei a compreender que o mundo é muito grande. Existem tantos lugares para se descobrir, tantas pessoas para conhecer que parece perda de tempo focar apenas no que você já sabe. 

Ficar sozinha é muito bom, maravilhoso na verdade. Se analisar e entender quem você é, se resolver é algo incrível e só tem a acrescentar na nossa vida. Mas tirar um tempinho para se voltar para o outro também pode ser igualmente revelador. 

Nos últimos dias, tenho ouvido muitos amigos contarem suas perspectivas sobre determinadas coisas e confesso que não consigo não ficar emocionada. É como ler o coração de alguém por meio de suas palavras e gestos. 

A escrita sempre foi uma espécie de terapia pra mim, por meio dela eu conseguia enxergar quem eu era ou o que estava acontecendo comigo. Descobri que conhecer o mundo de alguém tem também o mesmo efeito. 

É engraçado como às vezes ignoramos tudo que estamos sentindo ou ficamos tão mergulhados naquilo que mal conseguimos ver a superfície do todo. A gente acaba ficando preso na percepção de que ninguém tem problemas. 

E é aí que mora o erro. Todo mundo tem suas questões mal resolvidas. Seja em relação a sua família, a um quase amor do passado ou até consigo mesmo. 

Como eu disse, o mundo é muito grande. E ele muda bem rápido. Estamos o tempo todo em contato com pessoas e situações. Algumas delas nos mudam mais do que outras. Mas no geral, todas nos transformam e o mais legal de tudo isso é que nós podemos escolher a direção dessas mudanças. 

Por mais que sempre estejamos vulneráveis á ação alheia, nada altera o efeito que nós escolhemos ter quando determinada coisa nos acontece. Eu escolho continuar escrevendo sobre tudo aquilo que vivo ou acabo conhecendo por aí. 

A nossa vida é feita de histórias (nossas e alheias) e descobri-las faz com que a minha alma fique leve, quase como se fosse meu dever coletá-las e senti-las. Agora entendo que o meu amor não é pelas pessoas, mas pela vida. Ela está em todos os cantinhos inimagináveis e encontrar vestígios dela é como entender uma fração do universo a qual estamos todos imersos.    

Foto: Elisa Seidel
Texto: Carol Chagas

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Trilha Sonora: Elizabethtown

Sabe aquela vontade de fugir de tudo que bate de vez em quando? Se você se identifica atualmente com esse sentimento, vai adorar Elizabethtown. Na história, Drew (Orlando Bloom) é um cara que acabou de experimentar o fracasso na carreira, sua namorada o deixou e seu pai faleceu. 

É aquele velho ditado: "a merda nunca vem sozinha". Ele vai a Elizabethtown, terra natal de seu pai (e onde ele morreu), buscar o corpo e resolver todas as questões burocráticas pós morte enquanto tenta digerir tudo que lhe aconteceu. 
Sua perspectiva muda quando ele conhece Claire (Kirsten Dunst), uma aeromoça com quem ele se identifica e lhe apresenta um novo modo de ver a vida. Confesso que os diálogos (e algumas falas marcantes) me cativaram, pois o personagem está tão perdido quanto todos nós (não sei você, mas eu estou \o/), o que faz com que suas conversas com Claire se tornem muitas vezes filosóficas. 
A maioria das cenas acontecem dentro de um carro em movimento, acredito que para mostrar que Drew está tentando se encontrar. Adoro a cena em que Claire e ele conversam por horas no telefone (desculpa o spoiler, mas não é nada demais, né?), o que hoje podemos associar com áudios no whatsapp :P

Essa identificação que os dois têm sobre diversos assuntos é fofa e inspiradora. Nos lembra como é maravilhoso se conectar de verdade com alguém e de como essas conexões são raras de se encontrar. A história também mostra como o tempo passa rapidinho e o quanto a gente precisa viver de verdade pra fazer ele valer a pena. 
Elizabethtown é um filme com lições legais de se levar pra vida, mas a minha parte favorita (além de algumas cenas maravilhosas!) é a trilha sonora ♥ Não vou mentir, amo um country (sdds taylor swift) e o longa é cheio de músicas nesse estilo. 

Além dele, tem também pop, rockzinho e alguns gêneros que eu não sei classificar. Selecionei as minhas favoritas pra colocar no post, mas se você clicar aqui, vai poder ouvir a trilha completa :) Pronto, pode dar o play sem medo!

Elton John - My Father's Gun

Ryan Adams - Come Pick me Up

The Hollies - Jesus was a Crossmaker

Tom Petty - Square One

I Nine - Same in Any Language

Ryan Adams - English Girls Approximately

Pinback - Loro

Kathleen Edwards - Summerlong

Ryan Adams - Words

Lindsey Buckingham - Big Love

U2 - Pride (in the name of love)

Lynyrd Skynyrd - Free Bird




E aí, alguém já assistiu esse filme? Gostaram de alguma música? Porque confesso que estou em um caso de amor com a maioria delas ♥

Até o próximo post!

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domingo, 11 de setembro de 2016

EVERYDAY PROJECT: AGOSTO/2016.

Foto: We Heart It
Preciso dizer que eu sempre gostei mais de vídeos do que de fotos. A fotografia é e sempre vai ser o meu amorzinho, mas sei lá, é como se ela não representasse de verdade a vida sabe? Tudo é tão certo e calculado que basta um ângulo errado ou uma tremidinha básica pra tudo ir por água a baixo. 

Não me leve a mal, eu sei que para filmar algo, também é preciso que se tenha o mesmo nível de atenção. Porém, é como se em vídeos tudo fosse mais natural (por mais que às vezes não seja) e espontâneo

É por esse motivo que tenho gostado tanto de filmar um segundinho de cada dia pro Everyday Project ♥ Parar por um momento no meu dia e gravar uma coisa aleatória é tão legal quanto ver o resultado no final do mês. 

Af, estou apaixonada por esse projeto! Tá aí o que eu vi do mês de agosto :)




E aí gostaram? Se alguém aí também estiver participando, me manda o link que eu vou adorar ver! ♥

Até o próximo post!

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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

TOP 5: Filmes Brasileiros

Confesso que por muito tempo mantive um preconceito em relação ao cinema nacional. Influenciada pela mentalidade de que "tudo que é feito por brasileiros é ruim", me perdi no meio de boas e péssimas histórias americanas. 

Essa situação toda mudou de uns dois anos pra cá, quando comecei a "dar uma chance" para os filmes do Brasil. Pra comemorar os meus últimos achadinhos de produções brasileiras e também pra incentivar alguém aí a dar um fim ao mesmo receio que eu tinha, fiz essa lista com os meus 5 filmes favoritos feitos por esse Brazilsão! ♥  

2 Coelhos
Um primo meu sempre me falava desse filme quando me via. Ele me venceu pelo cansaço e eu assisti. Agora eu sou a chata que SEMPRE recomenda "2 Coelhos" pra quem não tiver visto. É você mesmo, se já não viu, vai ver! Tem no Netflix, no youtube, em n links... 

Eu sou fascinada por filmes que não seguem a ordem cronológica normal. O fim no começo, o meio no fim e o começo no meio. Sério, eu amo isso. O narrador e protagonista de 2 Coelhos vai um pouquinho além ao omitir diversos fatos da história. Ou seja, muitos momentos mind blowing no final de tudo. 

Ah, outra coisa fantástica é a edição do filme. Diversos efeitos incríveis são usados para transportar a gente para aquele universo. E quem é fã da banda 30 seconds to mars, vai amar ouvir a "Kings & Queens" em várias cenas legais. Me ajuda te ajudar e assiste esse filme, vai!

Que Horas ela Volta?
Esse filme ficou bem famosinho por ir para a pré-lista de indicados ao Óscar de melhor filme estrangeiro. Ele acabou não entrando nas indicações oficiais, mas ganhou uma baita relevância dentro e fora do Brasil. 

"Que Horas ela Volta?" conta a história de uma empregada (interpretada pela MARAVILHOSA RAINHA Regina Casé) de uma família que recebe sua filha questionadora (interpretada pela também incrível Camila Márdila) na casa dos patrões. 

O mais legal do filme é ver o quanto ele é fiel á realidade da nossa sociedade brasileira. Ele fala sobre preconceitos e tabus que seguimos sem nem ao menos nos dar o trabalho de questionar. 

As classes sociais e a desigualdade criaram regras tão invisíveis que estas se tornaram parte de nós. É só assistir que a gente logo se identifica.   

Uma História de Amor e Fúria
Encontrei por acaso a sinopse desse filme em um folhetinho do SESC anos atrás. Acabei assistindo e amando cada pedacinho dele. "Uma História de Amor e Fúria" é uma animação que conta a história do Brasil. 

Isso mesmo, desde o começo (quando os portugueses invadiram a antiga Terra de Santa Cruz e tomaram conta da Terra das Palmeiras que era dos índios) até um futuro distópico (mais precisamente 2096, onde estaríamos vivendo uma crise hídrica). 

Eu adoro o fato de o filme contar toda a história do nosso país ao associá-la a de um casal que tenta ficar juntos há 536 anos. De uma forma ou de outra, eles sempre acabam morrendo e ressuscitando em uma fase diferente do Brasil. 

Os protagonistas são dublados pela Camila Pitanga e pelo Selton Mello. Todo mundo que odeia História na escola deveria assistir esse filme e entender o lema pra lá de verdadeiro que ele deixa "Viver sem conhecer o passado é como andar no escuro".

Hoje eu Quero Voltar Sozinho
O curta "Hoje eu não quero voltar sozinho" foi transformado em um longa justamente pelo sucesso que o primeiro obteve em festivais e depois entre o público brasileiro. Só assisti aos dois esse ano e confesso que amei ambos (o curta foi o meu favorito)! 

O filme conta a história de um deficiente visual que em meio ás dificuldades de sua deficiência e da adolescência em si, acaba se apaixonando pelo seu novo amigo. "Hoje eu quero voltar sozinho" é maravilhoso! 

Seja pela simplicidade com que o amor é retratado ou pela naturalidade demonstrada nele, do jeito que esse sentimento tão bonito acontece. Não importando o gênero, a cor ou classe social. 

A atuação do elenco também é impagável, já que o trio de protagonistas transita muito bem entre a comédia (palmas para a atriz Tess Amorim! pf) e o drama. A trilha sonora é incrível e combina perfeitamente com a trama e os diálogo são muito bem construídos. 

Ainda gosto mais do curta, mas ambas produções são gostosas de assistir. Ah, e a mensagem no trocadilho da deficiência do menino em relação ao amor (o sentimento seria cego) é pra lá de reflexiva. Assista e se apaixone tanto quanto eu! ♥   

O Lobo atrás da Porta
Eu sempre ouvi falar bem desse filme, muita gente me indicava, mas eu nunca parava pra assistir. Acabei me rendendo e fiquei chocada ao terminá-lo. Não vou mentir, "O Lobo atrás da Porta" é um filme pesado. Principalmente se você for mulher. 

Na história, uma criança é sequestrada e o delegado começa investigar seus pais á procura de pistas. Não posso revelar mais nada sobre o enredo, apenas posso dizer que adorei o fato de que a verdade demora vir á tona devido á omissão de vários personagens. Foi interessante ver o ponto de vista de cada um filme (pelo menos os 3 principais). 

É engraçado como a verdade muda de acordo com o ângulo observado. Outro fato bacana foi ao reparar na primeira cena de cada ator, inicialmente eles eram filmados de costas, quase como se todos fossem suspeitos pelo crime e apenas depois de um tempo, seus rostos apareciam. Assistam e me chamem para discutirmos esse filme pf! 




E aí gostaram das indicações? Me fala um filme que faltou na lista! 

Até um próximo post!

Fotos: Google Imagens

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