segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Acesso Restrito

É incrível como um bom livro pode deixar a gente mais inspirado. Só os especiais conseguem nos transformar e deixar a gente mais (qual é a tradução de believer mesmo?) na vida. Mais crente, isso mesmo. 

Sempre sou muito influenciada pelo que leio, ouço e assisto. Por isso, gosto de escolher muito bem antes de experimentar. O que nem sempre é muito bom. Apesar de já ter lido muitos livros, nunca ousei muito no gênero. Sempre transito entre Young Adults e Distopias, ou seja, muito do mesmo.

Nunca saio da minha zona de conforto literária. Uma parte de mim teme que eu não goste do livro e o abandone (Coisa que nunca fiz com nenhum livro!). Pensando nessa psicologia nada lógica da minha mente, comecei a perceber que eu também sou assim na vida.

Quando vou a um restaurante novo e experimento um dos pratos, duas coisas podem acontecer: Eu não gostar dele e nunca mais pedi-lo ou eu adorar e nunca mais provar outro prato do mesmo restaurante. Vocês devem pensar que eu sou louca. E talvez vocês estejam certos.

Não sei qual é o motivo desse meu (medo?) de provar coisas novas. Só sei que é algo que me acompanha desde criança e do qual eu sempre tentei mudar. Ás vezes tenho a impressão, de que só conseguirei superar isso, quando for morar em um lugar novo, com pessoas novas.

Acredito que eu irei me conhecer melhor, quando (talvez um dia) isso acontecer. Eu tento mudar aos poucos, mas não consigo fazer com que a mudança seja algo radical. Só me resta agora, experimentar os livros. Todos os gêneros. Tudo de uma vez.

E quem sabe eles não me influenciam? Pra melhor, pra pior. Quem sabe, né? Talvez alguma história me torne mais impulsiva e me faça pedir pratos diferentes de restaurantes conhecidos. Agora, a pergunta é: Com qual gênero eu começo?

Ps: Como eu comecei falando de livros, mudei para restaurantes e terminei dialogando sobre a minha vida (de novo?!). 

Texto: Carol Chagas
Foto: We Heart It

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

+ Entenda o He For She

Há tempos que o feminismo conquista ruas e opiniões mundo afora. Porém, o fato de ser conhecido pela sociedade, não significa que ela entenda seu real significado. Feminismo não significa apenas lutar pelo direito das mulheres e deixar os homens de lado. Mas sim lutar contra a desigualdade de gêneros. Essa palavrinha que tanta gente julga trata sobre os direitos do ser humano. 

Nós do Brasil, conhecemos muito bem esse problema. Homens não podem chorar, nem demonstrar sentimentos, nem fazer qualquer coisa que os qualifiquem como homossexual. Ao mesmo tempo que mulheres são menosprezadas por estes homens, como se estivéssemos obedecendo a algum tipo de sistema antiquado. Ao qual lhe damos o nosso bem mais precioso: a liberdade. 

Nesta semana, a nossa eterna Hermione (Emma Watson) fez um dos discursos mais lindos dos últimos tempos em uma conferência da ONU. E foi nessa noite, que ela lançou juntamente com a organização a campanha #HeForShe. Ela se baseia no fato de que não são apenas as mulheres que devem lutar pela igualdade de gêneros, mas os homens também. Já que não são apenas elas que sofrem com este problema. 

Assista o discurso da Emma Watson abaixo. Eu sei que é comprido, mas a sensação de entendimento no final do vídeo, recompensa!


He For She - Emma Watson
Acho que se as pessoas tivessem um pouco dessa consciência, teríamos menos estupros, suicídios e situações que reprimem QUALQUER SER HUMANO, e não apenas as mulheres. Espero que vocês tenham gostado e que participem da campanha. 

Foto: Google Imagens

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Playlist da Semana: Erros

Ás vezes (sempre!) quando faço ou falo algo errado, me imagino dando um tapa. Já vi isso em alguma série. Acontece com vocês também? Comigo é meio frequente. Queria saber onde fica aquele botão que cala a nossa boca ou que até mesmo a utiliza para falar coisas certas na hora certa (de preferência).

Não sei qual é a razão, mas eu tenho uma certa intolerância a errar. E a também aceitar e admitir os meus erros. Por mais que sejam pequenos. O orgulho fica sempre no meio do meu caminho. Sempre me paralisando. 

E eu tenho a falsa ilusão de que se eu escrever sobre isso, vou melhorar. A mudança precisa ocorrer aqui dentro, porém eu preciso praticar no mundo lá fora. Por isso fiz essa Playlist, pra ver se ela me dá um empurrãozinho. Quem sabe, né? 

Ps: Estou viciada em MAGIC! Como disse no twitter, estou ouvindo o cd de trás pra frente, aguardem uma música deles em cada playlist que eu fizer haha (:


Troye Sivan - Happy Little Pill
MAGIC! - No Evil
Jessie Ware - Say You Love Me
Marjorie Estiano - Me Leva
Idlewild - Love Steals Us From Loneliness
Walk off the Earth - Man Down (Cover)
Lights - Pretend
The Script - If You See Kay
E vocês? Já passaram por cima do orgulho por causa de algo?

Foto: We Heart It 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Teoria Conspiratória Sobre as Crianças

Estava conversando com uma amiga, até que ela me contou sobre um livro, onde um determinado personagem não possuía sentimentos. Porém, com o passar da história, ele começava a sentir algo. E a primeira das emoções, foi a vergonha. 

E conforme ela ia enumerando cada uma deles (que o personagem ia sentindo), algo me veio a mente. Quando estava na pré-adolescência ou na adolescência, lembro-me de ser tomada pelo sentimento da vergonha. De andar de mãos dadas com os pais, de usar determinadas roupas, de falar sobre alguns assuntos.

E quando criança, não sentia nada disso. Tristeza, Medo, Raiva, Amor, Vergonha simplesmente não faziam parte do meu vocabulário e do meu coração. Apenas sentia tédio quando não fazia nada. Acho que esse era o único sentimento constante.

O que eu quero dizer é que, acredito que quando somos crianças, não sentimos nada. E conforme vamos crescendo, somos tomados por emoções. E experimentando uma a uma, vamos nos tornando quem somos hoje. 

Talvez sejamos anestesiados durante a infância, e este deve ser o motivo de sentirmos tanta falta dela. É tão mais simples não sentir tantas coisas ao mesmo tempo. E esse tempo de anestesia poderia ser um presente e ao mesmo tempo um preparo para o que nos espera. Já que aos poucos, toda essa carga emocional começa a fazer parte da nossa vida.

Isso também explica porque as crianças são tão sinceras. Digamos que elas não se preocupam em falar algo errado, ou até mesmo em como você irá se sentir com suas palavras. Portanto, não tem o que temer. Isso também explica porque existe muito bullying nessa idade com o que é diferente. 

Ah e os questionamentos? A maioria deles são feitos na infância, para que o corpo se situe á respeito do mundo ao seu redor, antes que as emoções adentrem em sua vida e façam com que ele crie uma ideia errada do que acontece. 

A próxima vez que você ver uma criança, pergunte-se se ela está conscientemente no mesmo ambiente que você. Provavelmente não. Ela estará pensando sobre algo, que nem você, nem ninguém poderá descobrir. Até mesmo porque ela não será capaz de explicar. Ou seja, nunca iremos saber o que se passa nas mentes infantis. Infelizmente todos nós esquecemos o que pensávamos antes dessa maré de sensações invadir o nosso corpo, mente e coração. 

Talvez essa crença nos incentive a utilizar esse novo desafio (a presença de sentimentos) a evoluir. A buscar sempre a melhor versão de nós mesmos. 

*Lembrando que essa é uma teoria, pra lá de conspiratória, inteiramente baseada na minha mente. Ou seja, sem qualquer fundamento. 

Texto: Carol Chagas
Foto: We Heart It 

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Indicação Musical: Us The Duo

Encontrei esses dias (Obrigada, Rdio!) uma dupla bem talentosa: Us The Duo. A banda é composta por Carissa e Michael Alvarado. Sim, eles são casados. O casal ficou conhecido por seus covers no Vine. 

Tudo começou durante uma manhã, quando os dois músicos estavam pensando em como divulgar seu cd, até que decidiram gravar um vídeo e postar no Vine. Com a música All of Me, de John Legend, os dois receberam um resultado positivo imediato, conquistando muitos fãs.

Carissa começou sua carreira artística como dançarina e Michael tocava piano desde os 7 anos, além de participar de algumas bandas. Os dois se conheceram, quando Michael acompanhava (contra sua vontade) um amigo em Los Angeles. 
Estes acabaram participando como figurantes de um videoclipe. E foi nos bastidores, que Michael conheceu Carissa. Desde então, os dois não se desgrudaram mais, formando até uma banda juntos.

O som dos dois é bem folk, lembra um pouco a vibe de Alex & Sierra. Com vozes em harmonia e uma grande variedade de instrumentos, eles conquistaram o carinho do público. Com dois cds lançados, e recém-chegados de uma turnê, os dois estão prontos para o próximo trabalho. 
O seu mais novo projeto é 30 for 30, onde eles postam covers diariamente no Vine. A ideia é que o público vote em qual vídeo é o melhor, e no final do mês, a música mais votada terá um cover INTEIRO gravado. Achei muito legal a ideia, porque com 6 segundos, sempre dá uma vontade de ouvir mais haha. 

Seus vídeos possuem uma marca: o foco da câmera não mostra (na maioria das vezes), o rosto dos cantores. Ah, mais um fato curioso: os dois gravaram uma apresentação dos dois durante seus votos de casamento, vestidos de noivo e tudo. Muito lindo! Bom, separei as músicas que eu mais gostei da dupla. Espero que vocês também gostem (:

Us The Duo - Titanium (Cover)
Us The Duo - Missin' You Like Crazy
Us The Duo - Come Back
Se você gostou de Us The Duo, acompanhe-os pelo site, twitterVine e ufa, pelo canal do Youtube (: E aqui tem a entrevista com a banda, de onde eu tirei as informações sobre os dois. Até mais, galera!

Fotos: Google Imagens

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Playlist da Semana: Paz

Ás vezes eu me pergunto se a nossa vida é um livro escrito, com começo, meio e fim prontos. E se ele existe, onde consigo uma cópia? Tem vezes que parece destino, mas tem horas que tudo é um caos desordenado, onde é impossível que alguém tenha planejado isso.

Se olharmos para trás, poderemos ver o passo a passo de como chegamos onde estamos hoje. Isso não significa que dê para entender alguma coisa. Me incomoda o fato de não sabermos o que nos espera no futuro. 

Talvez não haja uma ordem para as coisas. Talvez a culpa seja dessa nossa insistência em organizar algo que não pode ser planilhado, listado e contado. Deve ser daí que vieram as coincidências, dessa nossa vontade de comparar resultados e criar um sentido pra tudo. 

Fiz essa playlist pra expulsar essa bagunça da minha mente (Difícil hein?) e trazer um pouco de tranquilidade para tudo. Afinal, mesmo não podendo ser calculada, a paz é um dos melhores sentimentos do mundo. 

Thousand Foot Krutch - Oxygen
Capital Inicial - Como Devia Estar
Megan Davies - Break Free (Cover)
Alex & Sierra - Bumper Cars
The Script - Superheroes
Edwin McCain - The Promise of You
Mat Kearney - Here We Go
Paramore - Last Hope
E vocês estão calmos?

Foto: We Heart It 

Playlist da Semana: Atitudes

Você é consciente a respeito de suas atitudes? Se você é humano, provavelmente não. Acredito que a maneira como a gente age, precisa ser reinventada de tempos em tempos. Se até os aplicativos se atualizam, por que nós não o faríamos?

E não precisa esperar o ano novo para pensarmos sobre nós mesmos, não. Pode ser Setembro, Março, você que escolhe. Quem faz o momento de mudança é você, não o tempo, e muito menos os outros.

Sempre temos a possibilidade de experimentar um jeito de ser e se não der certo, podemos simplesmente mudar. Acreditar nessa certeza é um certo alívio. Nos dá a liberdade de errar e de entender que nem tudo é uma prova, onde é preciso sempre tirar a nota máxima. Podemos ficar abaixo da média algumas vezes, mas isso não quer dizer que iremos reprovar. A vida pode ser leve, é só você deixar.

Ron Pope - Philadelphia
Bastille - Oblivion
Daughtry - Utopia
Yellowcard - Only One
The Spill Canvas - Mariana
Malta - Mais Que o Sol
MAGIC! - How Do You Want to Be Remembered
Gostaram das músicas? Prestem atenção nas letras também, essas particularmente são lindas.

Foto: We Heart It

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

De Volta Para o Passado

Há alguns anos atrás, fiz uma cartinha sobre o que eu esperava do futuro. Falava sobre as pessoas que eram próximas a mim e sobre o que eu queria ser quando crescesse... Aos 12 anos, eu queria viver de escrita, fazer faculdade de Jornalismo e (tentar) mudar o mundo. 

Queria que as minhas amizades daquele tempo durassem pra sempre. Queria ser cantora também, nas horas vagas haha. Quem nunca, né? Sempre me lembro de como eu questionava o meu pai sobre ele ter feito um curso que não gostava, ou o porquê dele estar em um emprego que não suportava. 

Ele dizia não saber ou que não havia tido escolha. O que acontece, é que na minha cabecinha de pré-adolescente, eu simplesmente não entendia. Mas sempre há uma escolha, eu dizia. Bom, agora com 17 anos, eu entendo. Eu sei que sempre existe uma escolha. Mas isso não significa que nós somos capazes de fazê-la. 

Assim como o meu pai, eu estou presa em um curso do qual eu não gosto. A maioria das minhas amizades daquele tempo não duraram para sempre. E eu temo que as atuais não durem o tempo de faculdade. 

Sinto saudade do tempo em que tudo era simples, quando eu disparava questionamentos onde quer que eu fosse (essa última parte ainda acontece). Mas sinto falta de ser uma pessoa inspiradora, já que toda criança traz um pouco  desse sentimento. 

Eu só sei que o tempo está passando muito rápido. E eu ainda tenho sonhos, mas ás vezes é difícil, sabe? Algumas vezes, um pensamento lampeja pela minha mente e eu vejo todo o meu futuro. E ele simplesmente não parece algo que eu queira. 

Não quero acabar como aquelas pessoas com um destino traçado pelos outros, sendo empurrado pelo vento. Quero domá-lo e controlar essa brisa. Minha mente me diz que eu preciso achar o barco certo para cruzar oceanos. Mas minha intuição me diz que ela está errada, que eu não preciso de uma arma perfeita para conseguir o que eu quero. 

Esse perfeccionismo me faz esperar por algo melhor, que nunca acontece. Porque não existe. Preciso aprender a amar essa imperfeição e desistir de tentar eliminá-la. Quero trazer de volta aquela menina de 12 anos, cheia de vontade e inspiração. Aquela que tem vontade de mudar o mundo, não esta que tem medo de ser engolida por ele. 

Texto: Carol Chagas
Foto: We Heart It 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Filmes Que Eu Quero Assistir

Oi, gente. Lembra que eu falei que estava sem tempo? Então, para me ajudar, o mês de Setembro resolveu lançar um filme melhor que o outro. E eu estou em um dilema, além do tempo, também está difícil de conciliar amigos para irem comigo. 

Por causa da faculdade, todo mundo acaba ficando muito ocupado e os horários se tornam muito diferentes. Pra saciar minha vontade de passar o dia inteiro no cinema, resolvi fazer um post sobre os filmes em cartaz que eu quero ver (: 

Se Eu Ficar
Este talvez seja o meu preferido. Fiquei fissurada na história, logo quando vi o trailer em Junho. E tenho esperado ansiosamente pela estreia. No filme, Mia (A Carrie de Carrie - A Estranha) conhece um menino que muda sua vida (ok, achei bem clichê até aí). 

Até que ela sofre um acidente de carro com sua família e fica em estado de coma. Agora, Mia precisa lutar entre a vida e a morte. O que achei legal do trailer foi (além da trilha sonora né) que a história não é muito revelada, só o básico. Me deixou na curiosidade para assistir.

Lucy
Vi o trailer mês passado. E gente, quase pulei ao vê-lo. A história é bem ficcional, mas não deixa de ser interessante. E ver a Scarlett Johansson atuando em um papel diferente assim, é pra lá de curioso. 

No filme, dizem que os humanos utilizam apenas 10% do cérebro, mas uma droga que permite que possamos aumentar a nossa capacidade cerebral foi criada. E a Lucy é justamente a que a experimenta e aumenta seu limite. E fica a pergunta: O que acontece se atingirmos a capacidade máxima do nosso cérebro?

O Doador de Memórias
Tenho ouvido falar desse filme há um bom tempo, mas nunca tinha visto o trailer ou lido a história. Até que ontem eu resolvi ver do que se tratava. E gente, tem tudo pra ser um dos melhores filmes da atualidade. 

Como vocês devem ter percebido, os filmes de distopia estão bem na moda (Jogos Vorazes, Divergente), só que eu descobri que o livro que serviu de base para o filme  é o primeiro a tratar do gênero.

Na história, o mundo é uma sociedade perfeita que vive em harmonia, sem guerras nem doenças, mas também sem sentimentos. Uma pessoa é encarregada de armazenar estas memórias, de forma a poupar os demais habitantes do sofrimento e também guiá-los com sua sabedoria. 

De tempos em tempos esta tarefa muda de mãos e agora cabe ao jovem Jonas, que precisa passar por um duro treinamento para provar que é digno da responsabilidade.

E aí vocês já assistiram algum desses filmes? Qual vocês ficaram com vontade de ver?

Fotos: Google Imagens

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Playlist da Semana + Aviso

Oi, gente. Bom, vim avisar que nos próximos meses, irei diminuir a quantidade de postagens. Não estou sem criatividade ou cansada do blog, muito pelo contrário, estou tendo muitas ideias. O problema é a falta de tempo para executá-las aqui D:

E como diz minha mãe: Se for pra fazer, que seja bem feito, né? Prefiro fazer posts entre intervalos maiores de tempo, mas que sejam mais legais também. Mas calma, existe algo que pode compensar essa decisão.

O Fases de Alice tem instagram agora =D Isso quer dizer que iremos ficar mais próximos através de fotos, já que por lá, irei compartilhar o meu dia-a-dia com vocês. É claro que também temos twitter, mas o instagram é uma nova opção. 

Estou com grandes ideias, e assim que eu tiver um tempinho, vou divulgá-las aqui (: Bom, é isso. Não se preocupem, as Playlists irão continuar. Tenho o defeito de não conseguir viver sem música. Espero que vocês gostem (:


Zeca Baleiro  - Proibida Pra Mim
Young Summer - Taken
Acceptance - So Contagious
MAGIC! - Rude
Philip Philips - Wanted is Love
BOY - Little Numbers
Brendan James - Nightlife
Gym Class Heroes - The Fighter feat. Ryan Tedder
E aí gostaram mais de qual música?

Foto: We Heart It 

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

O que aprendi com um filme ruim

A visita a Jundiaí estava ótima, até então. Como o boliche estava fechado, resolvemos ir ao cinema, (tentar) ver um filme. O filme, especificamente. Já tínhamos tentado vê-lo no dia anterior e eu já havia tentado ver na minha cidade, mas não tinha dado certo.

Acho que o negócio era comigo hehe. Ao irmos a bilheteria, não conseguimos comprar no horário que queríamos e acabamos indo na última sessão. Ainda assim, era alguma coisa. Até que um lampejo de ideia passou por todas nós.

"Por que a gente não assiste um filme nesse meio tempo?". Parecia algo racional, certo. Só iríamos esperar meia hora, e depois o assistiríamos. Sabe quando você tem uma intuição de que não vai dar certo? Então...

Pra começar, o filme era mexicano. Nada contra, eu apenas não conhecia nada, além de novelas. E eu as achava ruins (com algumas exceções). O filme começou como comédia. Aquelas bem fracas, sabe? Com piadinhas sem graças, mas isso meio que me deixou aliviada. Comédias fracas duram pouco tempo. Iludida!

O filme estava se prolongando a uma parte que eu achei que seria a mais rápida da história. Aquela parte que geralmente conta como tudo aconteceu, para depois vir o desenrolar do filme. Mau sinal!

A primeira parte havia terminado. Ufa! Agora sim, a história vai acontecer. HAHA iludida. A história aconteceu, esta parte (por se passar nos Estados Unidos) havia se transformado em um filme americano. 

Pra chacoalhar a mesmice da trama, ocorreu a parte que todos nós esperávamos, a parte que a sinopse prometia, e que deixava o público com vontade de vê-lo. E é aí que ele se transformou em um drama. Doença terminal, disputa judicial, fuga para outro país e morte.

Eu estava certa em estar desconfiada. O filme mexicano era na verdade, uma verdadeira novela mexicana. E elas fazem isso, criam fatos que surpreendam o público ou que despertem alguma emoção nele. Mesmo que não faça nenhum sentido pra história.

Não significa que ele está errado. Nem que eu estou certa. Assim que as luzes se acenderam, ouvi um menino soltar um : "Que Bosta!". O mais triste era que eu concordava com ele. Mas será que de tanto assistir filmes americanos, eu não estava contaminada?

Tão acostumada a este estilo, que não conseguia achar graça em mais nenhum outro? Seria esse o motivo de nós reclamarmos tanto do cinema nacional? Eu nunca vou saber. Só sei que aquelas duas horas, foram as mais longas da minha vida. E que aquele filme foi o único, o qual eu cogitei sair da sala.

Após esta sessão, nós fomos assistir ao filme que nós originalmente íamos ver. Este era menos apelativo e mais engraçado em si, mas também americano. O que só fez com que eu pensasse na ideia de ter sido tão americanizada, que já estava programada a gostar deste filme. 

Mesmo que ele durasse duas horas e aparecessem doença terminal, disputa judicial, fuga para outro país e morte. Garanto que ninguém iria suspirar "Que bosta!" no final do filme.

Obs: Não vou mencionar o nome do filme, porque isso seria sacanagem. 

Texto: Carol Chagas
Foto: We Heart It

domingo, 7 de setembro de 2014

As Máscaras do Brasil

O Brasil possui várias máscaras. Ele mostra uma todo dia no Jornal. Cada máscara é diferente da outra, mas todas são do Brasil. A máscara do esporte se desenvolve a cada treino. A máscara da violência mata, rouba e sequestra todos os dias. 

A máscara da educação tem dois lados da moeda: a educação superior e a inferior. A máscara da natureza, que se renova (ou tenta se renovar) a cada dia. A máscara da corrupção, que cria a ilusão de um povo. 

A máscara da cultura, que mostra a identidade brasileira. A máscara que mostra todas as máscaras de uma vez, sem ao menos perceber quem é quem. A máscara pode esconder o rosto, mas não esconde a alma brasileira. Quanto mais nos escondemos, mais nos enganamos.

Escrevi esse texto em 2008, quando tinha apenas 12 anos. Ele parecia muito verdadeiro na época e retratava o que eu pensava da sociedade brasileira. É triste que ele consiga se adaptar a realidade de 2014. 

Quando eu era pequena, achava que quando eu crescesse, as coisas já teriam mudado. Espero escrever um texto diferente no ano que vem, no próximo 7 de Setembro. Com uma realidade mais digna do que nós, brasileiros, merecemos. 

Porque mesmo com todos os problemas e reclamações, o Brasil ainda é a nossa pátria. Meio complicada e problemática talvez, mas sem dúvida é o nosso lar. E se tem uma coisa que eu aprendi, é que não se abandona a nossa casa. 

Pelo contrário, somos nós que devemos nos esforçar para melhorá-lo. Enfim, eu me orgulho de ser brasileira. Espero que você também (: É possível mudar a realidade na qual vivemos, é só sabermos escolher. Um ótimo feriado. Beijo, Brasil!

Texto: Carol Chagas
Foto: Carol Chagas

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Dia do Irmão

Oi, galera. Não sei se vocês sabem, mas hoje é o Dia do Irmão \o/. Aquela pessoa com quem você briga durante a infância e adolescência inteira, mas que quando você cresce, se torna um dos seus melhores amigos (pelo menos a maioria que eu conheço, é assim).

Bom, como sou filha única (:( - com vantagens e desvantagens - não entendo muito essa relação fraternal, o pouco que aprendi foi de acompanhar séries/filmes e amigos que tinham brothers & sisters.  

Pra homenagear esse dia, resolvi fazer uma lista de irmãos que me inspiraram (e me deixaram com vontade de ter um, não que isso mudasse algo, né Mãe? hehe).

Ps: Grande parte são de séries infantis e/ou antigas. 

Alex, Justin e Max Russo
Eles são simplesmente incríveis. Cada um com sua personalidade completamente diferente do outro. Sempre brigavam, mas quando um deles tinha um problema (na maioria das vezes a Alex), eles se uniam e se ajudavam. 

Justin era certinho, Max era ingênuo e Alex era esperta e egocêntrica. As histórias eram muito engraçadas e era legal ver como os irmãos conviviam.

Lizzie e Matt 
Os dois se odiavam. Matt, por ser irmão mais novo, era muito bisbilhoteiro (faz tempo que não usam essa palavra hein) e sempre achava uma forma de fazer com que Lizzie caísse em suas pegadinhas. Por outro lado, ela também nunca cedia. 

Os dois viviam discutindo na série, porém, em alguns episódios vimos que eles realmente se importavam um com o outro e se protegiam. Na última temporada, a convivência deles melhora. A parte mais divertida eram as "zueiras" do Matt, ele fazia ela pagar cada mico!

Monica e Ross
Quando eram crianças, os dois não se suportavam e viviam brigando. Ross era arrogante e Monica era controladora. Quando cresceram e se tornaram adultos, os dois passaram a ter uma relação incrível, se tornando verdadeiros amigos.

Na série, era hilária a maneira como eles zombavam um do outro e sempre lembravam de coisas que tinham acontecido na infância.

Kat e Bianca
Bianca era mimada e extremamente popular, já Kat era a megera da escola, que vivia brigando com todos. As duas não se suportavam, até mesmo por não entenderem as atitudes uma da outra. 

E a relação delas ficou ainda mais abalada, quando a mãe delas as abandona e as deixa com o pai. Com o passar do filme, as duas passam a se entender, e digamos que, no final do filme, elas conseguem coexistir sem brigar (muito).

Drake Josh e Megan
Ok, eles não são irmãos de sangue, mas sim postiços. O pai de Josh se casou com a mãe de Drake, e a partir daí, eles tiveram que dividir o quarto e a vida. Drake é popular e desencanado, já Josh é certinho e tímido. 

Os dois não ligam um pro outro, até que um inimigo em comum os une: Megan, a irmã diabólica de Drake, que sempre faz planos malignos contra os dois. Daí em diante, os dois se acostumam com a companhia um do outro e se tornam melhores amigos. 

Charlie e Alan
Charlie é rico e consegue conquistar as mulheres, já Alan é divorciado e não tem muita sorte na vida. Tudo muda para Charlie, quando seu irmão acaba indo morar com ele, já que sua ex-mulher o expulsou de casa. 

E é aí que eles precisam aprender a conviver, já que Alan também tem um filho de 10 anos, Jake, que passa a viver com os dois. E eles passam por cada situação, que acaba aproximando-os como irmãos. Quando Charlie morre (sai da série), a história perde a graça, porque a melhor parte era a relação dos dois.

Teddy, PJ, Gabe, Charlie e Toby
Bom, se você tem uma família grande, provavelmente vai se identificar com a história. PJ é o mais velho e Toby o mais novo. A diferença entre eles são 18 anos. Então, dá pra ver, que o fator idade é o que esses irmãos mais precisam se acostumar. 

No começo da série, Gabe (11 anos) tinha ciúmes de Charlie, porque antes ele era o caçula, Teddy e PJ viviam brigando e Toby ainda nem existia haha. 

Mas com o tempo, tudo se resolve. A série é uma prova de que família grande dá certo e se ajuda sim. Ah, e o mais legal da série, era que a Teddy fazia vídeos diários contando sobre a família e sobre o que se passava na vida dela para que a Charlie pudesse ver no futuro. 



Não couberam todos os irmãos na lista, tem mais aquiaquiaqui. Mas me conta, quais são os seus irmãos favoritos de séries e filmes?

Fotos: Google Imagens

terça-feira, 2 de setembro de 2014

TOP 5: Hábitos Saudáveis

Quem me conhece sabe que eu sou a última pessoa do mundo que deveria falar sobre hábitos saudáveis. Mas eu estou tentando mudar, okay? Digamos que o post é um lembrete para mim mesma. E uma ajuda pra quem está querendo dar uma melhorada na vida. Espero que vocês gostem (:

Fazer Listas
Chega uma hora na vida, que você não consegue mais se programar só com a sua cabeça. E é aí que um papel e uma caneta (ou seu computador) podem te ajudar. Como o tempo é muito valioso para ser perdido, nada melhor do que estabelecer suas obrigações e o que você quer fazer em uma lista. 

Garanto que vai ficar bem mais fácil de se organizar e você ainda vai conseguir realizar mais coisas do que antes.

Ler Livros
Antes que os antipáticos pela leitura torçam o nariz para o meu título, eu explico. Livros são extensões de diversos assuntos. Dizem mais do que filmes, séries e documentários juntos. Pra quem não curte, tente pegar um livro pequeno sobre um tema que você goste, não vá direto para clássicos ou para assuntos dos quais você não tem muito contato. 

Ler faz com que você seja capaz de se concentrar melhor, além de ampliar sua visão de mundo. Ah, e dizem que não faz mal se for feito em excesso.

Agora para quem gosta, encontrei ontem em um post o desafio de um livro por semana. E resolvi aderir haha (: Espero conseguir cumpri-lo. Quem tentar, comenta aqui embaixo também!

Criar uma Rotina
Por mais que as pessoas critiquem a rotina e a coloquem sempre como chata e monótona, ela pode ser melhor do que você pensa. Uma pesquisa diz que uma atividade se torna um hábito, após ser repetida 67 vezes seguidas. Depois disso, o cérebro a registra como parte da rotina. Tá legal, mas o que eu tenho a ver com isso?

O que acontece é que se você criar um hábito saudável como os dessa lista e colocá-lo em sua rotina, ele fará com que outras partes de sua vida também se tornem mais saudáveis. Sabe, toda ação gera uma reação. 

E olha, já que não tem como escapar da rotina, que tal abraçá-la e reinventá-la? Afinal, rotina só é chata, quando as coisas que existem nela são assim. Por que não mudá-las? 

Praticar Uma Atividade Física
Pode ser meditação, natação, caminhada, dançar que nem doido pelo quarto, qualquer coisa. Nosso corpo não foi feito para ficar parado, isso é um fato. Por que então, não damos uma forcinha para ele? 

Seja acordar meia hora mais cedo ou dormir meia hora mais tarde. E olha pra tudo ficar menos difícil, faça uma playlist com músicas que você adore. Você vai começar a associar seu amor pelas músicas ao exercício. Não custa tentar né?

Fazer Algo Que Valha a Pena
Eu sei que existem dias que nada dá certo ou simplesmente não se consegue fazer nada de útil. Quando isso acontecer, pense melhor. Que tal visitar algum amigo ou parente que você não vê a muito tempo? 

Ou melhor, que tal ajudar alguém? Garanto que vai fazer cada dia ter algo de especial. Afinal, você não precisa ser feliz apenas nos fins de semana.

*Dormir Mais
Esse é um extra. Tento realizá-lo todo dia, mas tá difícil viu. Os benefícios de uma noite bem dormida são vários. Ficamos mais criativos, nosso humor melhora, crescemos mais (para as crianças hehe), perdemos calorias, melhoramos nossa capacidade de memorizar. 

Enfim, você já entendeu que é importante, né? E ao contrário do que pensamos, não é perda de tempo e ainda faz com que a gente se distancie desse mundo por um tempinho. Parece bom, não?

E aí vocês já possuem algum dos hábitos acima? E quais vocês irão colocar em prática?

Ah, uma novidade: O blog agora está no Instagram (: Siga aqui.

Fotos: We Heart It

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Em Que Mundo Você Vive?

Mês passado, quando estava voltando da faculdade, comecei a pensar no que me fazia feliz. E olha, eu não sabia responder. Foi preciso pensar um pouco á respeito. Não é como aquelas perguntas comuns que as pessoas costumam nos fazer, aquelas que nós até já temos uma resposta pronta na ponta da língua.

Como não consegui dormir direito naquela noite, resolvi perturbar as pessoas hehe. Fiz a seguinte pergunta: "O que te faz feliz?" para muita gente no Whatsapp. E olha, todas responderam ((: (Fiquei com medo de pensarem que era corrente e me ignorarem kk). Mesmo que algumas tenham levado dias pensando no assunto. O engraçado foi comparar as respostas, a maioria começava assim. 

- As coisas que me fazem feliz são simples.

E foi aí que eu comecei a pensar de verdade. Quer dizer que a felicidade está nas coisas simples? Então, eu não preciso ter grana, um bom emprego, um carro caro e um iphone? Já ouvi alguém dizer que o que te faz feliz é o que há dentro de você. É isso que importa.

Eu vejo isso no momento. Mas alguma vezes, nós ficamos cegos e não conseguimos enxergar essa verdade. E com isso vem a presunção, aquela de achar que nós somos os maiores e melhores em tudo. Nesse mundinho nosso que foi construído e que no fim, não vale nem a metade das coisas que realmente importam.

E o pior de tudo, é que não há culpados. Quer dizer, até existem. Mas um foi se juntando ao outro, até que agora nós não possamos distinguir vilões de super-heróis. Capitalismo, Tecnologia, Evolução. São três palavrinhas fortes, que possuem vantagens e desvantagens.

Ao contrário do que se pensa, o Capitalismo contribuiu para a diminuição da violência. Oi? Isso mesmo, antigamente uma pessoa não precisava da outra. Mas com o comércio, começou a se pensar duas vezes antes de se matar alguém, vai que ele tinha algum produto que você queria né?

Mas por incrível que pareça, eu não vejo isso na tecnologia. Eu a adoro e não acredito que ela seja a culpada. Mas ela meio que pratica o oposto. Faz com que os humanos se iludam pensando que não precisam um do outro. Isso os tornam seres individualistas e alienados. Já que sempre estão fixados em uma caixa metálica que nos distrai. Apenas isso. 

Ás vezes, parece que a internet se tornou uma válvula de escape, um lugar para se sentir seguro. Mas será que essa falsa segurança, não está nos isolando? Até que ponto é bom estar seguro? Será que segurança em excesso não nos torna mais indefesos?

Já que, se nós não descobrimos o mundo afora, como poderemos estar preparados para nos proteger dele? Ou melhor, será que algum dia iremos enfrentá-lo? Isso, eu não sei. Eu e grande parte desse planeta estamos divididos entre dois mundos: o lá de fora e o daqui de dentro. Qual será o mais feliz desses mundos? Só nos resta descobrir.

Texto: Carol Chagas
Foto: We Heart It
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